Confissão Picante: A Noite Devoradora com Éric no Centro Aéré

No quarto coletivo do centro aéré, no Ain, o ar cheirava a suor e vinho Apremont. Eu tinha 20 anos, bêbado pra caralho. O restaurante ficava a dois quilômetros, mas eu mal andava. Éric, o colega atlético, me levou de volta. Titubeava, falava besteira. Chegamos. Despi-me sem pudor. Caí no meu beliche. O pau endureceu sozinho. Comecei a punhetar. Furioso. Descontrolado. Pernas abertas. A outra mão abrindo as nádegas. Olhei pro Éric. Ele sentou na beira. Tirou o pau. Médio, reto, lindo. Glande brilhando no sobe e desce. Meu coração batia na garganta. Calor subia da virilha pro peito. Queria tocá-lo. Suas bolas peludas, cheias. Estiquei a mão. Ele bloqueou. Brusco. Primeira vez dele também, aposto. Meu corpo ardia. Pele em brasa. Respiração ofegante. Ele pegou meu pau quando parei. Masturbou devagar. Delícia. Mas eu queria mais. Repeguei. Ele roçou minhas bolas. Depois o cu. Dedo molhado na boca. Entrou. Phalange só. Mas o suficiente. Arquei as costas. Fechei os olhos. Sensação nova. Meu ânus piscava, pedindo pau. Ritmo acelerado. Coração martelando. Tudo vermelho. Urgência de ser possuído.

O braseiro explodiu. Ele me virou. Pau dele no meu peito. Glande úmido nos mamilos. Eu punhetava louco. Pernas escarranchadas. Ele gozou. Jato grosso, quente. No meu torso. Rálege dele ecoou no quarto. Eu? Nada. Álcool bloqueava. Ele saiu. Fiquei ali, pegajoso, frustrado. Mas o fogo não apagava. No dia seguinte, piscina. Animando as crianças. Ele sorria. Malicioso. Frôles no cu. Braço no meu pau semi-duro. Pegou um balón, encostou o rabo na minha virilha. Rebolou rápido. Meu pau inchou. Depois, veio por trás. Me ceinturou. Pau duro como pedra nas minhas nádegas. Pressionou. Segundos eternos. Meu corpo traía. Ereção inevitável. Vergonha queimava. Noite, chuveiros. Ele esperou. Porta entreaberta. Baixou a cueca. Pau de fora. Virou, mostrou o cu firme. Convite mudo. Entrei na minha cabine. Ignorei. Regret eterno. Ele sumiu da minha vida.

A Febre

Cinzas quentes ainda fumegam. Pele formiga com a memória. Aquela noite no quarto escuro moldou desejos. Hetero assumido, mas bissexualmente virgem. Internet me tenta. Anúncios postados. Quase rolei. Não rolou. Hoje, aceito. Quero um homem. Pau na boca. Dedos no cu. Gozar junto. Fantasio o início do acampamento com Éric. Mesmos corpos jovens, suados. Piscina vazia. Ele me encurralando. Mão no pau. Boca no pescoço. Dedo abrindo caminho. Pau dele me preenchendo. Gozo explosivo. Coração disparado. Suor misturado. Perda total de controle. O futuro? Quem sabe. O desejo pulsa. Ardente. Perigoso. Total.

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