Confissão Picante: A Surpresa que Me Fez Rastejar de Prazer

Entro no apartamento dela. Coração martela. Porta verrouillée. Roupa ao chão. Nu. Pele eriçada. Corredor escuro. Banheiro ao fundo. Água gelada fustiga. Arrepios violentos. Mamilos duros. Pica salta. Ereção latejante. Enxugo rápido. Quatro patas. Chão frio. Rastejo. Respiração ofegante. Salon à vista. Ela lá. De pé. Vestido justo. Olhar feroz. ‘Silêncio, cão.’ Voz corta. Eu, o dominador, rastejo. Calor sobe. Pele queima apesar do frio. Chego aos pés dela. Olho para cima. Pernas longas. Coxas firmes. Stringinho minúsculo. Cheiro de excitação dela invade. Coração explode. Mãos tremem. Ela ri baixo. Pé no meu ombro. Pressiona. ‘Lambe.’ Língua fora. Beijo pés. Salgado. Dedos chupados. Ela geme. Dedos enroscam no meu cabelo. Puxam. Cabeça erguida. Olhos nos dela. Fogo. ‘Mais.’ Subo. Panturrilhas. Coxas. Nariz no string. Molhado. Cheiro almiscarado. Língua raspa tecido. Ela treme. ‘Tira com dentes.’ Obedeço. Dentes cravam. Puxo. Cai. Boceta exposta. Depilada. Inchada. Pinga. Mergulho. Língua fundo. Suco doce. Ela grita. Quadris batem na cara. Sufoco delicioso. Coração galopa. Pica gota pré-gozo. Ela me usa. Boca instrumento. Dedos apertam nuca. ‘Engole tudo.’ Goza. Jorro quente. Engulo. Tosse. Ela ri. ‘Bom menino.’

Ela me arrasta pelo cabelo. Sofá. Deito de barriga pra cima. Ela sobe. Sentada na cara. Sufoco total. Boceta esmaga nariz. Língua força ânus. Ela quica. Gritos. Unhas cravam peito. Marcas vermelhas. Dor prazer. Pica roxa. Lateja. Ela vira. 69 selvagem. Boca dela engole. Garganta profunda. Vômito quase. Engole tudo. Eu lambo cu. Dedo entra. Ela urra. Corpo convulsiona. Goza de novo. Squirt na cara. Eu explodo. Porra na boca dela. Ela cospe no meu peito. Esfrega. Selvagem. Sem piedade. Ela monta. Pica entra fundo. Cavalgada brutal. Coxas batem. Peitos balançam. Mordem mamilo meu. Sangue. Dor insana. Gozo dentro. Ela aperta. More. ‘Meu.’ Corpo colado. Suor pinga. Corações sincronizados. Furiosos. Ela goza gritando nome. Eu abaixo. Exausto. Dominado.

A Febre

Corpos grudados. Suor seca devagar. Pele ainda arde. Toques leves. Beijos moles. Ela sorri. ‘Surpresa?’ Rio fraco. ‘Minha puta esperta.’ Mão na garganta dela. Aperto suave. Ela derrete. Controle volta. Mas resíduo queima. Coração desacelera. Abraçados. Silêncio pesado. Olhos dizem tudo. Perigo vivido. Prazer total. Ela sussurra: ‘Amei te ver rastejar.’ Eu: ‘Da próxima, tu rastejas.’ Risos. Pernas entrelaçadas. Noite longa. Cinzas quentes. Marcas amanhã. Lembrança eterna. Corpo mole. Alma saciada. Dormimos assim. Unidos no caos.

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