Confissão Picante: A Montaria Selvagem com a Besta de Yog-Sothoth

Acordei no prado úmido, erva colando na pele nua. O ar cheirava a terra molhada e sangue fresco. Ela estava lá. A Besta. Asas dobradas, olhos leitosos fixos em mim. Corpo coberto de escamas viscosas, ainda quentes do voo. O sifflet na mão tremia. ‘Para Papa’, gravado. O pacto do meu filho ecoava na cabeça. Yog-Sothoth. Aliança contra Cthulhu. Mas agora, só febre. Coração batendo forte. Pele ardendo. Olhos dela me devoravam. Não terror. Desejo. Irresistível. Pernas fracas. Membros pesados. Calor subia do ventre. Tudo vermelho. Sangue pulsando nas veias. Respiração curta. Ofegante. Ela se aproximou. Passos pesados na relva. Cheiro de sangue e almíscar. Meu pau endureceu. Traição do corpo. Impulso ardente. Queria tocá-la. Perigoso. Loucura. Mas o prazer chamava. Total. Devorador. Ela roçou a asa em mim. Escamas quentes. Elétricas. Arrepios. Coração disparado. Quase explodindo. Mãos suadas. Apertei o sifflet. Voz na cabeça: ‘Vem’. Obedeci. Levantei. Nu. Exposto. Ela virou o dorso. Convite. Montaria de novo. Mas agora, diferente. Fome. Urgência. Pele em fogo. Tudo febre. Vermelho. Perda de controlo iminente.

Subi. Pernas abertas sobre o lombo largo. Escamas colavam na carne. Quente. Viscoso. Sangue dela escorria, lubrificando. Pau roçando a curva. Ela tremeu. Ronronou baixo. Demoniaco. Sensual. Asas se abriram devagar. Vento no prado. Mas eu não via nada. Só ela. Só calor. Mãos cravadas no pescoço grosso. Garras dela roçaram minhas coxas. Dor aguda. Prazer. Coração martelando. Respiração sincronizada. Ofegos mistos. Ela se moveu. Lombo ondulando. Pressionando. Meu pau deslizou na fenda úmida entre escamas. Selvagem. Sem filtros. Penetrei. Devagar. Ela urrou. Voz na mente: ‘Mais’. Empurrei forte. Profundo. Calor interno. Forno vivo. Suor escorrendo. Meu. Dela. Misturado. Ritmo acelera. Quadris batendo. Carne contra escamas. Arranhões nas costas. Sangue meu pingando. Multiplicado. Sensações explodem. Olhos leitosos viram. Tendura. Fome. Beco roça meu peito. Dentes raspam. Perigo. Gozo perto. Ela contrai. Aperta. Voo começa. Asas batem. Elevamos. Céu escuro. Vento uivante. Mas dentro, braseiro. Fogo. Posse total. Perco controlo. Grito. Ela responde. Êxtase. Sem fim.

A Febre

Aterrissamos suave. Prado de novo. Ou outro? Não sei. Corpo exausto. Pele ainda queima. Suor seca frio. Coração desacelera. Lento. Pulsos fracos. Ela lambe feridas. Língua áspera. Calmante. Olhos leitosos suavizam. Voz: ‘Pacto selado’. Desço. Pernas tremem. Pau mole, sensível. Dor doce. Cheiro de sexo e sangue. Único. Vivido algo além. Perigoso. Devorador. Filho salvou-me. Mas preço? Esta febre. Esta marca. Toquei sifflet. ‘Para Papa’. Sorriso torto. Ela voa. Some. Fico só. Cinzas quentes. Pele formiga. Memória carnal. Intensidade bruta. Plebeu não esquece. Mundo muda. Paixão venceu razão. Por agora.

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