Confissão Picante: A Rainha Ébano e o Ritual Devorador do Meu Dedo e Paus de Madeira

O portão da mansão chique na banlieue oeste de Paris range ao se abrir. Latidos ferozes dos dobermans ecoam. Oscar e Wilfried, os ex-maridos dela em forma de cães. Mariame surge, peignoir leopardo semiaberto, um seio pequeno escapando da pele ebano. Olhar duro como Grace Jones. Coração acelera. Entro no salon kitsch, peles de bicho, cristal falso, fotos dela por todo lado. Ela solta o peignoir. Nua. Total. Férrea. Senta na borda da mesa de mármore frio. Pernas escancaradas. Jungle afro densa no maillot. ‘Começa pelo cu’, ordena. Voz rouca, sem pudor. Eu me sento no banquinho. Abro o rego com plástico branco. Anus rosado pulsa no meio do negro. Repousse grossa. ‘Cera’, ela manda. Calor invade. Espalho cera quente no sulco. Ela geme. Dor e fogo. Placo a tira. Puxo forte. Grito rasga o ar. ‘Não para!’ Continuo. Tira após tira. Pele lisa, laqueada. Anus roxo, inchado. Ela pinga. Gota grossa cai no mármore. Mãos untadas de óleo fresco. Massageio o rego. Polegar pressiona o buraquinho. Ela cambra. Entra devagar. Muque se abre faminto. ‘Vai, Martin.’ Sinto o calor apertar. Ela ondula. Coração martela no meu peito. Pele dela queima sob meus dedos. Urgência sobe. Ela vira. Oferece tudo.

Pau de madeira negro, 30 cm, frio na mão. Base com cabo. Ela se curva sobre a mesa. Apresento na entrada. Engole num golpe. ‘Isso sim é pau!’ Grita. Ondas nos quadris. Mouille escorre rios pelas coxas. Sol encharcado. Eu mantenho firme. Ela se deita. Pernas dobradas, pés no ar. Cu e buceta expostos. Pego o segundo pau, menor. Deslizo nas grandes lábios babadas. ‘Enche-me!’ Empurro. Duplo preenchido. Alterno. Um entra, outro sai. Ritmo feroz. Ela treme. Primeiro gozo em segundos. Jorra. Corpo arqueia. Suor cobre ebano reluzente. Pele colada na mesa fria. Coração dela galopa, sinto nas veias pulsantes. Adiciono as pinças. Primeira morde grande lábio. Dor corta. ‘Meu Deus!’ Grita. Segunda no outro. Terceira na pequena, inchada. Uivo primal. Dor explode prazer. Pinus dançam mais rápido. Ela se contorce. Orgasmo devasta. Corpo convulsiona. Jorra como chafariz. Olhos reviram. Apaga. Silêncio. Corpo negro imóvel na pedra branca.

A Febre

Levanto-a pro sofá. Cubro com o peignoir horrendo. Pele ainda ferve. Meu pau duro, mas controlo. Deixo bilhete: ‘Perdão pelas pinças, espero que tenha gozado como mereces. Até o mês que vem.’ Portão some no retrovisor. Coração desacelera devagar. Pele formiga com o cheiro dela. suor, cera, gozo. Algo único. Perigoso. Total. Dirijo pra próxima cliente. Mas isso… isso queima ainda.

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