A Vingança que Incendeia o Corpo

O quarto escuro de Laurent cheira a desejo antigo. Entro, coração martelando no peito. Nadine abre a porta, olhos frios, mas eu sei: ela é a puta do meu homem. Vingo-me hoje. Subo as escadas, pernas tremendo. A gabardine esconde lingerie que Jean-Marc me deu. Culotte minúscula, balconnets apertados nos seios. Mostro o teste negativo como troféu. Ele sorri, pele quente roçando a minha. Beijo voraz. Línguas se enroscam. Mãos dele descem, apertam minha bunda. Meu clitóris pulsa. Desço o zíper da saia. Calor sobe, rosto arde. Ele me despe, devagar. Seios livres, mamilos duros como pedras. Deito no lençol fresco. Boca dele no pescoço, mordidas leves. Dedos traçam minha virilha. Abro as pernas. Umidade escorre. Ele lambe, chupa. Corpo arqueia. Coração explode. Gozo gritando, ondas rasgam-me.

Nu, ele me encara. Piroca dura, veias saltadas. Eu comando agora. Ajoelho, engulo as bolas. Chupo fundo, garganta aberta. Ele geme, mãos na nuca. Astico forte, saliva pinga. Ele para: ‘Não ainda’. Deito de costas. Ele monta, fodo-me devagar. Olhos nos olhos. Acelero, quadris batendo. Seios balançam. Nadine na porta, olha. ‘Ela assiste’, digo. Ele ri: ‘Quero que veja’. Ela se aproxima, nua. Senta no leito. Eu cavalgo feroz, cona engolindo tudo. Gozo de novo, leite dele jorra dentro. Limpo-o com a boca, lambendo nosso suco.

A Febre

Ele manda ela lamber-me. Recuo, mas cedo. Língua dela na minha cona, suga esperma. Clitóris incha. Pernas tremem. Ele me masturba a piroca. Pergunta: ‘Sodo?’. Sim. Ela prepara meu cu. Língua força o anel. Dedo entra, lubrifica. Ajoelho, ofego. Culo alto, oferecido. Ele crava, forte. Dor vira prazer. Enche-me todo. Ela chupa meu clitóris, dedos na cona. Ele bombar, pele claqua. Bolas batem. Eu urro, corpo explode. Gozo insano, dupla penetração me destrói. Ele esguicha no cu, quente. Caio exausta. Ela tem porra no rosto. Trio suado, colado.

Desço, pele ainda em brasa. Esqueço a gabardine. Volto. Ouço: manipulação desde o início. Eles planejaram tudo. Fúria sobe, mas corpo lembra o êxtase. Saio tremendo. Cinzas quentes no peito. Vingança ou armadilha? Pleasures devora razão. Quero mais.

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