Confissão Picante: A Loira Burguesa que Devorou Minha Alma Solitária

No carro preto com vidros fumados, estacionado ao lado da biblioteca Jacqueline de Romilly. Terça-feira. Eu, Gilles, o mendigo-leitor, sinto o coração martelar. Hélène surge de novo. Roba vermelha colada às curvas. Seios roçando meu peito no beijo de boas-vindas. Meu pau endurece num instante. Olhos azuis devoram os meus. ‘Um copo?’, sussurra. Saímos. Ela para na porta do carro. ‘Esqueci o telemóvel.’ Inclina-se. Rabo empinado. Carnudo. Bronzeado. A centímetros da minha braguilha. Aproximo-me. Cheiro a menta e desejo. Ela recua devagar. Atrito. Fricção lenta. Fartos pressionam meu pau. Duas, três segundos eternos. Coração explode. Sangue ferve. Ela vira. ‘Sou casada, sabes.’ Mas os olhos gritam fome. Entro no banco do passageiro. Porta fecha. Boca na minha. Língua invade. Mão nos ombros dela. Desce pros braços. Agarrou os seios. Pesados. Firmes. Ela ataca minha braguilha. Aperta. Massageia. Meu pau pulsa. Beijo voraz. Dedos minhas descem. Pernas nuas. ‘Vai, ninguém vê.’ Culote húmido. Dedos abrem renda. Enfio dois. Ela escorre. Geme baixo. Puxa meu pau pra fora. Grande. Duro. Brinca com força. Línguas dançam. Ela goza. Coxas apertam minha mão. Lambe o caralho. Glândula sensível. Terceiro toque. Gozo na boca dela. Engole tudo. Olhos travessos. ‘Vamos pra tua casa?’

Meu estúdio em Saint-Ouen. Rez-de-jardim. Cheiro a café. Ela senta no meu colo. Rabo ondula. Pau endurece de novo. Cabelos cheiram menta-limão. Beijo no pescoço. Mãos apertam mamas. ‘Mais forte, salaud.’ Deslizo o vestido. Soutien e cueca pretos com risco vermelho. Perfeição burguesa. Arranco a cueca. Ela esfrega o cu no meu pau. Seios na cara. ‘Faz-me bem, cabrão.’ Empala-se. Quente. Molhada. Mordo tetas. ‘Morde, não pares.’ Cavalgada feroz. ‘Adoro tua picha.’ De joelhos. Olhos fechados. Mamas ao redor do pau. ‘Fode-as.’ Malaxo. Deslizo entre carnes macias. Dedo no cu dela. Molhado. Entra fácil. Segundo dedo. Dor vira prazer. Rugido meu. Jatos nos seios dela. Lambe tudo. Selvageria pura. Corações acelerados. Suor pinga. Pele em fogo. Posse total. Urgência animal.

A Febre

Duche corre. Água lava o suor. Corpo dela ainda arde contra o meu. 2 de julho. 17 horas. Ela veste. ‘Talvez nos vejamos.’ Casa em Honfleur amanhã. Marido chega depois. Volta em agosto. Sabe o meu endereço. Sem mails. Sem telemóvel. Porta fecha. Silêncio. Pele queima ainda. Coração acalma devagar. Olho o teto. Dor antiga some. Lugar dela: fogo novo. Único. Devorador. Caminho pra rua. Coupelle espera. ‘Um euro faz feliz.’ Mas agora, alma laranja-sol. Cinzas quentes. Esperança pulsa.

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