Confissão: O Fogo Devorador de Revebebe

O quarto escuro cheira a Revelbe. Ecrã brilha fraco. Dedos voam no teclado. Histórias caóticas invadem a mente. Revebebe não é site. É vulcão. Palavras quentes sobem pela espinha. Coração acelera. Bum. Bum. Mais forte. Ela entra. Silhueta nua. Luz azul banha a pele. Olhos famintos. Sem palavras. Ar pesado. Suor já perola a testa. Mãos dela no meu peito. Unhas cravam leve. Febre sobe. Respiração ofega. Boca dela na minha. Línguas guerreiam. Urgência aperta o peito. Calor da pele dela queima. Peitos roçam. Mamilos duros. Mão desce. Encontro o molhado. Dedos escorregam. Gemido rouco. Corpo treme. Tudo vermelho. Desejo devora. Não aguento. Rasgo a roupa dela. Pele exposta. Pernas abrem. Cheiro de sexo. Coração galopa. Perco o controlo. Ela ri baixo. Selvagem. Puxa-me para baixo. Boca no pescoço. Mordidas. Dor boa. Febre explode. Quero tudo. Agora.

Corpos colam. Suor une. Ela por cima. Olhos nos meus. Selvagem. Sem filtros. Mão guia o meu pau. Entra devagar. Quente. Apertado. Gemido gutural. Ritmo começa. Lento. Depois louco. Coxas batem. Clap. Clap. Mais forte. Unhas nas costas. Rasgam. Sangue quente. Não paro. Empurro fundo. Ela grita. Prazer multiplica. Boca no peito dela. Chupo forte. Marcas vermelhas. Pernas envolvem. Aperta. Ritmo cardíaco surdo. Bum-bum-bum. Suor pinga. Escorre. Lamba. Salgado. Ela rebola. Profundo. Ondas de prazer. Contraio. Ela goza primeiro. Corpo arqueia. Convulsões. Líquido quente. Meu turno. Explodo dentro. Jatos quentes. Perco visão. Branco. Tudo treme. Caio sobre ela. Pele arde. Respiração rasga o ar. Ainda lateja. Dentro dela. Selvagem. Total. Perigoso.

A Febre

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