Confissão Picante: O Sonho Selvagem com Mathias em Atenas
Luzes apagadas. Quarto escuro no hotel de Atenas. Não durmo. Dia exaustivo. Passeio no centro. Compras. Mathias e eu, felizes, mas mortos. Calor abafado. 28 graus. Ar condicionado pifado. Camisola de cetim gruda na pele. Culpa dele. Jantar no restaurante embaixo. Conversa vira sexo. Sempre assim. Sete anos de amizade. Fantasmas, envies, olhares que queimam. Ele conta da ex. ‘Adorava comer o cu dela de quatro.’ Reviro os olhos. ‘Seu porco… Me excita. Não durmo agora.’ Uma da manhã. Imagens na cabeça. Sei que ele vela também. Levanto. Cola o ouvido na parede fina. Silêncio. Saio no corredor. Porta range. Dentes cerrados. Olho esquerdo. Braço dele na porta entreaberta. Dedo crocheta. Vem. Hesito. Ventre salta. Empurro a porta. Ele. Torso nu. Short bege. Pés descalços. Pose de deus grego no espelho. Pele brilhante. Óleo de monoi. Cheiro invade. Mordo lábio. Seco, fino. Bíceps tensos. Blondinho viril. ‘Apolo?’ Riso. Olhar perfura. Três passos. Braço acima. Recuo. Bato na porta. Ele fecha. ‘Prefiro Eros.’ Seios ardem sob cetim. ‘Eu, Afrodite?’ Detalha-me. Mãos pairam nos seios. Respiração falha. ‘Frio?’ Pontas duras traem. Jogo. Chego perto. Olho virilha. Dedos roçam short. Bossa cresce. ‘Quente, hein?’ Passo. Dedos no ventre oleado. Pego frasco. Mostro nádegas nuas. Coração explode. Viro. Ele nota ausência de calcinha. Bossa enorme. ‘Empresta óleo? Deusa grega?’ Derramo na palma. Braços. Ombros. Decote. Alça escorrega. Ele ajeita. Mãos nas minhas. Cola-se. ‘Sabes o jogo?’ ‘Tu começaste. Não durmo…’ Mãos dele descem. Seios roçados. Ancas. Nádegas. Puxa. Nariz desliza alça. Beijo na pele. ‘Afrodite perfeita…’ Mentes se fundem. Beijo. Doce. Tímido. Depois voraz. Línguas dançam. Mãos no dorso dele. Cabelos. Rosto liso. Dedos nos lábios. Ele morde. Nu. Ele levanta camisola. Seios chupados no cetim. Gemidos escapam. ‘Bandante…’ Short cai. Piroca livre. Dura. ‘Não equipada.’ Sorriso. Chupa pescoço. Mãos no peito dele. Mamilos. Ele ofega. Tira camisola. ‘Vira.’ De quatro na porta. Ele se esfrega nas nádegas. Molhada. Tenta entrar. Viro. ‘Rápido assim?’ Nua no corredor. Entro no meu quarto. Ducha. Água morna lava óleo. Ele grina porta. Liga recepção. Uísque branco vem. Batem. ‘Clara?’ Acordo. Nua. Abro. Olhar devora. Tranco. ‘Amanhã!’ Volta ao sonho. Ele força. Entra. Uísque na boca. Beijos molhados. Corpo colado. Queda na cama. Piroca na boca. Engulo. Salgado. Mãos no cu. Dedos invadem. Grito. Ele lambe. Língua no cu. Como prometeu. De quatro. Enfia. Selvagem. Bato na parede. Suor pinga. Corações martelam. Gozo primeiro. Ele dentro. Jatos quentes.
Corpos entrelaçados. Respiração pesada. Pele ainda queima. Dedos traçam curvas. Olhar cúmplice. ‘Sete anos…’ Risos baixos. Uísque esquecido. Abraço. Sono vem. Único. Devorado. Cinzas quentes.



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