Confissão Picante: Minha Primeira Vez Devorada por Lucien

A carro velha de Lucien rangia na estrada escura. Eu, com dezoito anos, coração disparado. Primeira saída com um gajo que tem carro. Ele fala sem parar. Histórias exageradas. Olha minhas pernas. Minhas coxas. Calor sobe. No concerto de rock, barulho ensurdecedor. No bar, cheiro de suor e tabaco frio. A multidão me empurra. Contra o ventre dele. Sinto a ereção. Tímida primeiro. Depois dura, ousada contra minhas nádegas. Ignoro. Mas coro. Luz fraca esconde.

No carro de volta, ele se inclina. Beijo suave na bochecha. Segundo na mandíbula, perto da orelha. Mão na minha coxa. “Queres que te leve para casa?” “Não…” Ele sorri. Mão esquerda entre minhas coxas. Língua na boca. Abro as pernas. Respondo ao beijo. “Estás toda molhada…” Língua quente. Tento me entregar. Ele manda abrir os olhos. Perna dele entre as minhas. Sexo incha. Pulsa. Desabotoa minha camisa. Levanta o sutiã. Mãos grandes nos seios. Mordida no mamilo. Dor aguda. Zíper abre. Pega minha mão. Coloca no pau dele. Enorme. Magnífico. Masturbo devagar. Ele corrige o ritmo. Mais lento. Acaricio as bolas. Fascinada.

A Febre

“Já chupaste um caralho?” “Não, dá nojo.” Baixo a cabeça. Lamba a base. Subo devagar. Ao sulco. Volto. Ponta dura, quente, sabor bom. Ele guia minha nuca. Enfia fundo. Move-se. Veias na boca. Bato no céu da boca. Engasgo. Tusso. “Vou-te levar para casa.” Humilhada. Abro o zíper dele. Chupo com raiva. Recupera glória. Carro arranca. Para em casa dele. Levanta meu queixo. Beijo. Entramos.

“Queres beber?” Recuso. Ele bebe. “Tira os sapatos.” Senta-me no colo. Levanta saia. Coxas nuas nas dele. “Tira a blusa.” Desaperta sutiã. Dedo na racha do sexo. Empurra para o sofá. Beijo longo. Saia na cintura. Ventre nu. “Sou virgem.” “Vamos só foder.”

O Braseiro

Ele sorri. Eu ardo. Quero. Ajoelha-se. Tira calcinha. Põe meu cu na beira. Pernas nos braços do sofá. Creme nas grandes lábios. “Espalha tu.” Deslizo dedos na carne inchada. Duas vezes. “Para.” Puxa-me. Viro. Joelhos no chão. Cara no assento. “Masturba-te até gozar.” Obedeço. Corpo quebra. “Vou gozar…” Penetra devagar. Firme. Não para. Queima. Suor frio. “Tira, por favor.” Ignora. Fundo. Imóvel. “Não pares, senão dói mais.”

Segura ancas. Ritmo lento. Entra. Sai. Barra incandescente. Dor insuportável na entrada. Dentro, dilui. Intensifica. Dor até o fim. Prazer vence. Espasmos dele. Pernas tremem menos. Cai sobre mim. Acaricia seios. Respira.

Alívio. Cheia dele. Mulher agora. Pele ainda queima. Coração acalma. Único. Devorado.

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