Confissão Picante: O Despertar Selvagem de Léa

No quarto da suíte de hotel, velas douradas tremeluzem. A noite os consumiu. Léa dorme nua, entre os braços de Philippe. Corpos colados, suor seco na pele. Ele acorda primeiro. Olha-a. Rondezas perfeitas. Peitos fartos, ventre macio. Coração dele acelera. Mão desce devagar. Respiração dela ritma os toques. Ele cheira o sexo dela. Sucado, salgado, úmido. Ainda lateja da foda sem fim. Desejo sobe. Quente. Vermelho. Ele quer acordá-la assim. No prazer. Língua faminta. Dedos invasores. Ela nem se mexe. Pubis quente sob a palma. Lábios inchados. Um dedo escorrega. Calor animal. Ela crispa. Ele para. Respira. Continua. Dedo dentro. Molhada. Palpitações. Cuisses se abrem. Ele sorri. Sempre pronta. Para ele.

Ele mergulha sob o lençol. Nariz no sexo. Inala. Essência dela. Noite de putaria. Língua toca. Lábios gonflados. Carne ardente. Lambe devagar. Circula o clitóris. Inchado. Palpitante. Dedos entram. Um. Dois. Ela ondula no sono. Gemidos baixos. Ele acelera. Chupa forte. Dedos fodem. Três. Quatro. Ela arqueia. Bassin empurra. Mão toda. Punho lento. Dentro. Completo. Ela geme rouco. Olhos semicerrados. Real ou sonho? Ele mama o clitóris. Língua feroz. Punho gira. Ela explode. Córpo tenso. Arqueado. Grito primal. Gozo jorra. Ele lambe tudo. Contrações. Sísmicas. Ela treme. Volcanica.

A Febre

Calor baixa. Cinzas quentes. Ela ofega. Olhos abrem. Mão no ventre dele. Pau duro. Olhar faminto. Ele murmura: “Eu te…”. Ela cala com língua. “Eu também”. Beijo devorador. Corpos se fundem de novo. Pele queima. Coração martela. Noite não acaba. Perigoso. Total. Deles.

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