Confissão Picante: Retrouvailles Devoradoras no Escritório
Era um fim de tarde quente de maio. Entro no escritório amplo, mesa de carvalho maciço. Cadeira de couro virada. Ele gira. Alto, pele ebano reluzente. Olhos doces. Patrick. Meu amante de anos atrás. Coração martela no peito. Pum-pum. Sangue ferve nas veias. Ele se levanta. Contorna a mesa. Silêncio pesado. Só se ouve o pulsar das artérias. Olhos travados nos dele. Corpo treme. Calor sobe do ventre. Pele formiga. Ele avança. Braços me envolvem. Boca na minha. Doce e urgente. Línguas dançam selvagens. Mãos dele no meu costas. Ombros. Seios. Plumas quentes. Eu derreto. Minhas mãos no torso dele. Músculos duros. Ombros largos. Falta dele queima. Ele me ergue. Joga na mesa. Levanta minha saia. Olhar malicioso. Sem calcinha. Cyprine escorre. Ele ri baixo. Puxa o pau. Grosso. Negro. Pulsante. Sussurra: ‘Devagar, amor. Faz tempo.’ Deito. Pernas abrem. Ele massageia coxas. Língua no clitóris. Chupa. Lambe. Corpo contorce. Quase gozo. Para. ‘Pronta?’ Aceno sim. Penetra lento. Cada centímetro estica. Preenche fundo. ‘Tá bom?’ Sim. Enrolo pernas na cintura dele. Ritmo lento vira forte. Cada estocada sobe mais. Mordisco lábio. Gemo baixo. Não grita. Gozo forte. Ele explode dentro. Jatos quentes. Cheios. Me ergue. Senta na cadeira. Me põe no colo. ‘Sentiu minha falta.’ ‘Você também. Não devia ter te deixado.’ Abraço apertado. Promessa: ‘Nunca mais.’ Beijo terno. Batida na porta. Secretária. ‘Próximo candidato.’ ‘Manda embora. Achei a pessoa.’ Rimos. Ajeito roupa. Ele piscando. Saímos. Mão na mão. Olhares invejosos dos outros. Mas o fogo ainda queima. Pele arde. Coração desacelera devagar. Suor seca frio. Único. Nosso. Corpo marcado por ele. Dentro e fora. Promessa selada no prazer. No risco. No escritório que virou altar. Pernas fracas. Ventre cheio. Sorriso bobo. Ele me leva. Pra casa dele. Pra sempre. Calor persiste. Como cinzas quentes. Prontas pra reacender. O prazer devorador nos uniu de novo. Perigoso. Total. Meu.



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