Confissão Ardente na Floresta da Sologne: O Rute Selvagem com Agathe

A bruma da Sologne envolve tudo. Vinte quilómetros de estrada recta, florestas densas, cheiro a terra húmida. Eu e Agathe, no caminho para La Berlue. Coração aos saltos. Ela guia-me pela trilha estreita, mão na minha. Folhas roçam a pele. Respiração acelera. A febre sobe. Chegamos à clareira minúscula. Mossa macia sob os pés. Pouca luz, mas ela insiste: girolles por todo o lado. Agacho-me. Corpo colado ao dela. Essência dela invade-me. Cabelo negro solto, ciré vermelho aberto. Pernas nuas, ténis gastos. Olhos negros fixam-me. Enfia a cara no meu ombro. Sopro quente na face. Coração martela. Pele arde. De repente, bramido rasga a noite. Cervo. Mi-septembro. Ela enrosca braços no meu pescoço. Peitos pressionam o peito. Macios. Firmes. Mãos na cintura dela. Delgada. Quente. “Vamos ver”, digo, voz rouca. Corremos. Arbustos chicoteiam. Chegamos à clareira grande. Lua ilumina. Horda de corças. Cervo imenso, chifres negros. Uma corça avança. Agathe encosta-se a mim. Braços sobre os seios dela. Duros sob os dedos. Respiração dela ofega. Fêmea cola-se ao macho. Agathe empina as nádegas contra mim. Fricção. Dura. Quente. Minha verga pulsa. Ela arqueia-se. Braços no tronco caído. “Toma-me!” Voz gutural. Desejo explode. Vermelho total. Pele em chamas. Coração explode.

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