Confissão: A Pipe au Miel Proibida com Frédérique no Carro
O carro devora a autoestrada escura. Após o telefonema dos idiotas, meu pau endurece como ferro. Frédérique finge dormir no banco do passageiro, pernas cruzadas, saia subindo devagar. Imagino sua boca quente no meu colo. Mel escorrendo pelo glande, língua rodando. Coração martela no peito. Suor escorre pela nuca. Olho o retrovisor: Max roncando atrás, GPS calado por milagre. Volante gruda nas mãos úmidas. Ela mexe. Olhos semicerrados me fitam. Sorri malicioso. ‘Pipe au miel?’, sussurra. Meu pau pulsa. Ela ri baixo, mão desliza pela minha coxa.
Ar quente sufoca o habitáculo. Dedos dela apertam o volume na calça. Abro o zíper devagar. Ela se inclina, cabelo loiro cai no meu colo. Boca abre. Língua lambe a cabeça inchada. Saliva quente como mel derretido. Chupa forte. Sucção puxa o ar dos pulmões. Coração explode no ritmo da estrada. GPS berra: radar à frente! Piso no freio, mas ela não para. Mão guia minha cabeça para baixo. Garganta engole tudo. Veias latejam na boca dela. Suor pinga no painel. Max remexe, mas dorme pesado. Ela acelera, dentes roçam leve, prazer corta como navalha. Quadris sobem involuntários. Ela engasga suave, cospe saliva grossa. ‘Mais mel’, murmura. Língua gira furiosa no freio. Corpo treme inteiro. Pressão sobe, bolas contraem.
A Febre
Gozo irrompe violento. Jatos quentes enchem a boca dela. Ela engole tudo, garganta trabalha. Lambidas finais limpam cada gota. Levanta devagar, lábios inchados, olhos brilhando selvagens. Limpa a boca com o dorso da mão. Volta ao lugar como nada. Pele minha queima, coração desacelera aos solavancos. Chegamos a Paris. Ela desce com ‘Obrigada, até logo’, voz rouca, sorriso cúmplice. Fico ali, pau amolecendo na calça úmida, gosto de vitória na boca. Max acorda bocejando. Cinzas quentes no peito. Algo único vivido. Perigoso. Devorador. Meu.



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