Confissão Ardente no Barco: Meu Primeiro Fogo com Yann em Pentrez

Praia de Pentrez. Verão de 1970. O sol queima a areia. Eu, Chloé, quase 18, arrasto o vaurien sozinha. Sudor no corpo magro. Pele salgada. De repente, voz atrás. ‘Posso ajudar?’ Yann. 17 anos. Filho da amiga da mamãe. Ele viu tudo mais cedo. Eu nua na casa. Ele não diz. Pega a remorque. Nossos olhares se cruzam. Coração acelera. Batidas fortes no peito. Vamos juntos pra água. Ondas lambem os pés. Barco flutua. Eu subo primeiro. Short colado na pele úmida. Ele atrás. Corpo perto. Cheiro de mar e suor. Vela sobe. Vento enche. Saímos da baía. Mar aberto. Ilha à vista. Silêncio primeiro. Só ritmo das ondas. Eu sinto ele. Olhar no meu pescoço. Calor sobe. Pele arde. Virada pra ele. ‘Obrigada.’ Voz rouca. Ele sorri. Mão toca meu braço. Elétrica. Coração galopa. Desejo vermelho. Urgência. Quero ele agora. Mãos tremem. Vela balança. Barco inclina. Eu me aproximo. Boca na dele. Dura. Selvagem. Línguas se devoram. Sal e fome. Ele geme baixo. Mãos nas minhas coxas. Aperta forte. Pele queima. Ritmo cardíaco explode. Tudo vermelho. Febre total. Eu arranco o polo. Seios livres. Duros. Ele chupa. Dentes. Dor prazer. Suor escorre. Meu short desce. Pelos pubianos molhados. Ele vê. Dedos tocam. Eu gemo. Vento no rosto. Maru rola. Perigo excita. Quero mais. Agora.

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