Confissão do Chaperon Marrom: Desejo Devorador na Floresta Escura

No quarto escuro da casa da avó, o ar cheira a lenha queimada e ervas selvagens. Amélie, o chaperon marronzinho, olhos noisette brilhando na penumbra. Eu, Tata Jul, sinto o calor subir. Pele arrepiada. Coração martelando no peito. Ela suspira, colada em mim, corpo miúdo tremendo de expectativa. Mãos nos cabelos curtos dela. Dedos traçam a nuca. Respiração ofegante. ‘Tata…’, murmura ela, voz rouca de desejo infantil. Eu perco o controlo. Boca na dela. Língua invasora. Saliva misturada. Calor explode. Mãos descem pela capa marrom. Rasgo o tecido. Pele nua. Suor brota. Corações batem em uníssono, acelerados. Urgência queima. Quero possuir. Devorar. Ela geme baixo. Pernas se abrem. Impulso ardente toma conta. Tudo fica vermelho. Febre consome.

Corpos colidem no colchão da avó. Selvageria sem filtros. Eu monto nela. Quadris batendo forte. Pele escorregadia de suor. Unhas cravadas nas costas. Ela arqueia, grita meu nome. ‘Mais, Tata!’. Ritmo frenético. Coração explode no peito. Calor da carne multiplicado. Dedos apertam os seios pequenos. Boca suga o pescoço. Mordidas. Sangue pulsa nas veias. Ela treme inteira. Úmido e quente entre as pernas. Eu penetro com dedos famintos. Ela convulsiona. Gritos ecoam na floresta imaginária. Suor pinga. Cheiro de sexo cru. Posse total. Devoro cada centímetro. Ela mia como loba. Orgasmos se chocam. Selvagem. Brutal. Sem piedade. Intensidade que rasga a alma.

A Febre

Corpos exaustos afundam nas cinzas. Pele ainda queima. Corações desaceleram devagar. Suor seca frio. Ela aninha no meu peito. Olhos noisette saciados. ‘Foi perigoso, Tata…’. Sorrio. Braços a envolvem. Sensação única. Vivemos o abismo. Calma volta. Mas o fogo lateja baixo. Pronto pra mais. Único. Devorador.

Post Comment

You May Have Missed