Confissão Picante: A Loira do Escritório que Devorou Meu Controle

O vento gelava o estacionamento. Eu ia embora quando a vi ali, tremendo na robe branca florida. Loira ao quadrado, quarentona atlética, pele bronzeada. Christine. Nunca falamos. Só olhares em reuniões. Ela esperava alguém. Aceitou a carona. Subiu. Silêncio pesado. Décolleté profundo me hipnotizava. Coração acelerado. Falei pouco. Ela rompeu o gelo. Sympa. Separada. Vivendo sozinha. Chegamos. Bise dela. Olhos no peito firme. Partiu rebolando. Em casa, PC ligado. Blonde ao quadrado na tela. Punheta frenética. Gozei pensando nela. Torso melado.

No dia seguinte, mensagem dela. Robe rosa floral, saltos. Décolleté de novo. Pedi carona? Sim. Pau duro. Escondi. Café. Perguntas sobre namorada. Impressora pifou. No andar dela. Ela ajoelhada. Cabeça na minha virilha. Visão de gozar na garganta. Controlei. Depois, atelier deserto. Ela debruçada. Bunda empinada. Cheguei perto. Corpo colado. Ela parou. Olhos nos meus. Tremi. Ajoelhei. Cariciei pernas. Raba. Plungei rosto entre nádegas. Culote baixa. Língua no clitóris. Lambi lábios. Ela rolou cu no meu rosto. Subi ao ânus. Dedo entrando. Gemidos dela. Impressora ligou. Interrompidos. Colegas vêm. Ela: “Passo no teu gabinete.”

A Febre

Carro parado no estacionamento vazio. Ela ergue perna. Buceta exposta. Dedos nela. Mordendo lábio. Difícil dirigir. Parei. Ela no meu pau. Boca engole tudo. Língua no gland. Sucção molhada. Mão nas bolas. Gozei na garganta dela. Ela cospe sêmen na minha boca. Beijo forçado. Engoli. Amargo. Ela ri. Agora ela. Astride no meu rosto. Peitos nas mãos. Lambi tudo. Clitóris inchado. Ela goza tremendo.

Casa dela. Beijo. “Só isso hoje.” Frustração. Mão na minha ereção. “Sem punheta esta noite.”

O Braseiro

Dia seguinte. Eu levo. Robe de papoilas. Beijo com geleia de leite na boca dela. Ela cospe. Ri. Quentes. Mensagens. Plano: arquivo gigante na impressora dela. Email de pane. Fui. Porta trancada. Beijo violento. Mão na bunda. Dedos no clitóris. Calça baixa. Culote rasgada. Levantei-a. Glande na entrada. Desci devagar. Ela empalada. Olhos vidrados. Contra parede. Saltos no pau. Peitos saltando. Gobi um. Dedo no cu. Pernas nos ombros. Pum-pum-pum. Ela tapa boca. Goza. Eu dentro. Ainda duro. Na impressora. Pernas altas. Polegar no clitóris. Segundo gozo dela. Segundo meu. Preservativo cheio. Tremendo juntos.

Café depois. “Amanhã?” Namorada volta. Mas… Ela ri. “Deves-me algo.”

Noite final. Carona. Glacê quebrada. Namorada chega. Ar-estreito. Recuo banco. Entre pernas dela. Gozo dela na rua. Fúria nova em mim.

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