Confissão: O Dia que Pisei na Culotte com Nicole e Me Perdi no Prazer Proibido
Era domingo, aniversário dela, 35 anos. Apartamento dela em Paris. Após o almoço farto, Pomerol sublime rodando na cabeça. Quarto quente, cama grande. Deitadas lado a lado. Olhos nos olhos. Mãos que se tocam. Coração acelera. Pele arde. Ela sorri, maliciosa. ‘Pega uma cadeira, Cathy. Coloca no fim da cama. Senta. Olha-me só. Não fales.’ Obedeço. Coração bate forte. Ela solta o chignon. Cabelos negros cascateiam. Tira a blusa. Seios pesados, aréolas largas, mamilos duros. Mãos em concha. Aperta. Geme baixo. ‘Faz como eu, se quiseres.’ Desejo sobe. Tiro o pulôver. Mãos nos meus seios. Dedos nos mamilos rosados. Agarro. Puxo. Calor entre as pernas. Ela abre o jeans. Enfia a mão na cueca de algodão. Dança lenta. Respiração curta. Bochechas vermelhas. ‘Cathy, tão bom. Sinto vir. Não aguento. Vou mijar na cueca. Quente. Jorrando.’ Espasmo. Suspiro fundo. Mancha escura cresce. Cueca encharca. Jeans molha. Para o jato. Controla. ‘Tão bom sob teu olhar. Vem, minha doce. Tu também. Mulheres fontanas. Deixa jorrar.’ Cabeça para trás. Olhos semicerrados. Novo jato. Geme alto. Cueca pinga. Coxas brilham. Excitação me invade. Dedo no clitóris. Pressiono. Mijo ao bordo. Irreprimível. ‘Faço. Faço!’ Dique rompe. Dedo molhado. Alívio quente. Culotte branca impregna. Tépido. Escorre coxas. Longo jato. Prazer explode. Vergonha. Felicidade. Ela sorri. ‘Boa menina porca, mijando na culotte branquinha toda molhada…’
Levanta. Puxa-me para a cama. Culottes molhadas roçam. Coxas lisas, húmidas. Beijos famintos. Línguas dançam. Saliva misturada. Mãos nos seios. Mamilos frios roçam. Dedos na humidade. Ela lambe meu pescoço. Suor. Cheiro íntimo. Forte. Meu. Dela. Desço a mão. Toque seu sexo encharcado. Escorrega. Ela geme na minha boca. ‘Mais, Cathy. Mais forte.’ Coxas tremem. Ritmo acelera. Dedos dentro. Quente. Molhado. Meu clitóris pulsa. Ela enfia dedos em mim. Duas. Três. Bombeia. Grito abafado. Cama sacode. Corpos colados. Pele em fogo. Orgasmo sobe. Ondas. Jorra mais mijo misturado. Ela ri baixo. ‘Sim, minha fontana.’ Gozo primeiro. Espasmos. Pernas rígidas. Ela segue. Corpo arqueia. Grita meu nome. Queda juntos. Respiração ofegante. Sudorentas.
A Febre
Calor amaina. Cinzas quentes. Ela seca-nos com toalha macia. Olhos ternos. ‘Então?’ Suspiro. Beijo suave. ‘Foi… intenso.’ Sorri, fossettes. ‘Sabia que ias amar.’ Abraço. Pele ainda queima. Coração desacelera. Descobri prazer novo. Líquido. Proibido. Jouissif. Banheira esperava mais jogos. Mas Thierry veio. Fim com Nicole. Dois filhos. Ele gosta na banheira… Hoje, sozinha, recordo. Mão desce. Culotte molha outra vez. Desejo volta. Eterno.



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