Confissão Picante: A Salamandra que Incendeia o Vestuário

Os passos ecoam distantes. Meu coração martela no peito. Ynès a quatro patas, bunda empinada, fenda reluzente. Sua boceta aberta, suculenta, implorando. A porta dos vestiários rangeu. Alguém entra. O ar fica elétrico. Meu corpo queima. Língua no ar, paralisada a centímetros dela. Suor escorre pela minha espinha. Olho para Ynès. Seus olhos marrons brilham, selvagens. ‘Não para’, sussurra ela, voz rouca. O risco nos devora. Meu ventre pulsa. A urgência aperta. Mergulho. Língua afunda nos lábios dela. Sabor forte, salgado, viciante. Ela geme baixo. Mãos apertam minhas orelhas. Chupo o clitóris inchado. Duro como pedra. Passos mais perto. Meu pulso acelera. Pele em chamas. Dedos entram nela. Quente, molhada, contraindo. Ela treme. Meu minou inunda o chão. O perigo nos une. Mais fundo. Língua e dedos dançam. Seu corpo arqueia. Gozo dela explode. Jatos quentes na minha boca. Engulo tudo. Tremendo.

Ela se vira. Rápida. Me joga no banco. Pernas escancaradas. Boca dela na minha boceta. Nariz pressiona o monte. Inspira fundo. Minha. Língua invade. Chupa os lábios. Mordisca o clit. Ondas me rasgam. Coração na garganta. Passos param. Vozes? Silêncio mortal. Ela acelera. Dedos curvam dentro. Acertam o ponto. Grito abafado. Orgasmo me arranca. Corpo convulsa. Visão vermelha. Suor gruda peles. Ela lambe devagar. Meus músculos amolecem. Mas o fogo não apaga.

A Febre

Deitamos na toalha. Corpos entrelaçados. Peitos colados. Corações galopam juntos. Ela beija meu pescoço. Suor e cheiro de sexo. ‘Você é fogo’, murmura. Minhas mãos traçam suas curvas. Firme, musculosa. Pernas se enroscam. Dedos brincam na umidade residual. Lento agora. Possessivo. Passos se afastam. Porta bate. Vestuário vazio de novo. Mas o eco do risco lateja. Nosso segredo. Selvagem. Perigoso.

Levanto devagar. Pernas bambas. Pele ainda arde. Toque dela fantasma na minha carne. Ynès sorri. Aqueles olhos petillantes. ‘Próxima vez, no aquabike?’. Rio nervosa. O prazer total me consumiu. Perdi o controle. Suor seca frio. Coração desacelera. Mas o vazio delicioso fica. Aquela salamandra na canela brilha. Símbolo nosso. Febre que não passa. No vestiário do aquabike, renasci no fogo dela. Único. Devorador.

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