Confissão Picante: Orgia no Apartamento Minúsculo da Montanha

O apartamento em Auron era um cubículo sufocante. Uma peça só. Clic-clac, cozinha, banheiro apertado. Cheiro de pizza fria e neve derretida. Eu e Océane, casados há oito anos, com Véronique, a prof da nossa filha. Amigas inseparáveis. Depois do ski, suor colando a roupa. Entro, vejo Océane. Seios duros sob o pulôver. Coração martela. ‘Quero te foder agora.’ Ela ri, nervosa. ‘Véro pode chegar!’ Mas eu sinto sua boceta úmida. Beijo o pescoço. Ela cede. Puxo o pulôver. Mãos nos peitos. Ela abre meu zíper. String encharcado. ‘Molhei o dia todo imaginando tua língua.’ 69 no chão. Ela mama como nunca. Clitóris roçando minha cara. Gemos alto. Porta abre. Véronique entra. Nuos, corremos pro banheiro. Coração explode. ‘Culpa tua!’, diz ela. Rimos. Saímos. Véronique corada. ‘Desculpa, não bati.’ Álcool desata línguas. Ela confessa: voyeur. Excita vê-la nos pegar. Océane admite: ama ser vista fodendo. Meu pau endurece de novo. Jantar, tarot. Véronique propõe strip-tarot. Perco. Tiro tudo. Ereção latejante. Elas riem. ‘Quer compras de novo?’ Perco mais. Olhos vendados. Mãos amarradas. ‘Adivinha a boceta com a língua.’ Lambe uma lisa. ‘Véro!’ Erro. É Océane, recém-raspada por ela. Meu pau pulsa. Turno meu. Véronique me depila. Tesoura fria. Mousse escorrega. Rasoir na virilha, pau, bolas, cu. Posição humilhante, pernas pro alto. Terror e tesão. Liso. Elas admiram. Língua de Océane no meu cu. Primeira vez. Véronique bate punheta devagar. ‘Amo homem raspado.’ Sucção dupla. Línguas se tocam no meu pau. Dedo no cu. Gozo na boca dela. Jatos na porra nos peitos dela. Véronique lambe. Océane treme. Beijos. Mãos no clitóris. Ela para, chora. Vergonha. Mas volta. Beijo lésbico. Eu mamo peito de Véronique. Océane desce, lambe boceta dela. Eu fodo Océane de quatro. Dedos no cu dela. Ela pede: ‘Me sodomiza.’ Empurro. Apertado. Ela lambe mais forte. Véronique goza gritando. Nós explodimos. Corpos colados, suor pingando.

Corações desaceleram. Pele arde ainda. Véronique lambe resquícios. Océane sorri, olhos vidrados. Eu acaricio as duas. Silêncio quente. Dormimos embolados no clic-clac. Quinze dias viram foda atrás de foda. Menos ski, mais sexo. Bundas, bocas, paus. Até hoje, fins de semana a três. Cinzas quentes. Prazer perigoso. Viciante.

A Febre

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