Confissão Ardente no Atelier do Gantier de Sainte-Florine
Empurrei a porta do atelier. As sinetas tilintaram. Coração aos saltos. Marin sorriu, malicioso. ‘Voltei pelo colis, mas também pelos étuis.’ Ele fechou a porta. Ar denso de couro cru. Pele formiga. Ele me levou ao fundo. Verrière fraca ilumina cilindros de madeira. Toquei um. Bulbo no topo, como um sexo ereto. Dedos tremem. Calor sobe do ventre.
‘Hoje, experimentamos as redingotes inglesas.’ Ele despiu o avental. Torso nu, forte. Calças escorregam. Seu membro endurece. Olhos fixos nele. Grosso, veias pulsantes. ‘Escolha um.’ Pego um de chevreau liso. Mãos suam. Ele ri baixo. ‘Humidifique.’ Levo dedos à boca. Cuspo no glande. Estendo a saliva. Enfio a capa. Cordões apertam. Ele geme. Dor e prazer mistos.
A Febre
Não paro. ‘Quero sentir.’ Ele desabotoa minha robe. Peitos livres. Mamilos duros. Culote cai. Pubis exposto. Molhada já. Ele me deita na mesa. Pele de couro sob costas. Fria, mas fogo interno. Pernas pendem. Ele se aproxima. Membro envesgado roça lábios. Empurra devagar. Enche-me. Ritmo acelera. Coração martela. Suor escorre.
O Braseiro. Vaivéns ferozes. Bolas batem em mim. Gemo alto. ‘Jouis, minha bela.’ Friso de cerdas no clitóris. Explosão. Corpo arqueia. Ele não para. Puxa cordões. Sai. Esperma jorra no chão. Empurra joelhos. Roseta exposta. ‘Não!’ Mas ele força. Anal virgem rasga. Dor lancinante vira prazer. Enfia até o fundo. Movimentos lentos, profundos. Parede fina vibra. Ventre inteiro pulsa.
O Braseiro
‘Controla o jato assim.’ Ele descreve, sussurra versos obscenos. Eu fecho olhos. Ondas me levam. Grito gutural. Ele inunda meu reto. Quente, viscoso. Corpo treme. Ele lambe clitóris. Língua voraz. Novo pico. Pernas fraquejam.
As Cinzas. Desço da mesa. Esperma escorre coxas. Serrar nádegas. Ele embala o pacote. ‘Seguro para sua fertilidade.’ Sorrio exausta. Pele ainda arde. Ventre palpita. Saio cambaleante. Rua movimentada. Chanoine me vê. Ignoro. Paquete apertado no peito. Felicidade selvagem. Volto mudada. Prazer total, perigoso. Perdi controlo. Quero mais.



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