Confissão Ardente no Camping: o Ménage que me Devorou

A tenda cheirava a bourbon e suor fresco. Entro, coração martelando. Julien sorri, foda-gostoso, mas é Florence que me acende. Ela desce da moto, combinação colada na pele molhada, peitos arrogantes marcando o tecido. Olhos negros me perfuram. Meu pau pulsa no short, urgente. Sento, pernas tremendo. Bebemos, risos nervosos. Ela troca por robe fina, costas nuas, bunda perfeita. Pele quente roça minha coxa. Coração explode. Quero rasgar tudo, possuir. Benoît beija minha boca de surpresa, língua invasora. Não recuo. Florence ri, mão na minha virilha. Febre sobe. Roupas voam. Nus, suados sob a lona quente.

Corpos colidem. Florence monta meu rosto, buceta molhada na boca. Lambo voraz, clitóris inchado pulsando. Ela geme, unhas cravando. Benoît chupa meu pau, bolas na língua áspera. Dor e prazer misturam. Eu a penetro, pau fundo na carne apertada. Ela cavalga selvagem, peitos balançando, suor pingando. Benoît lubrifica meu cu, dedo invade. Rasgo em grito. Ele entra devagar, pau grosso esticando. Duplo preenchido, bombeio nela enquanto ele me fode. Ritmo brutal. Ela goza primeiro, esguichando na minha barriga. Meu pau incha, jorra dentro dela. Benoît acelera, enche meu cu de porra quente. Troca. Eu fodo a boca dela, Benoît a come por trás. Gritos ecoam. Suor, saliva, sêmen escorrem. Gozo na garganta dela, engole faminta. Ele explode nas costas dela. Colapso, corpos entrelaçados, cheiro de sexo pesado.

A Febre do Desejo no Acampamento

Respiração ofegante acalma. Pele ainda arde, marcada por unhas e dentes. Florence acaricia meu peito, Benoît beija meu ombro. Silêncio satisfeito. Noite vira cinzas quentes. Levanto, pernas moles, pau sensível latejando. Sorriso cúmplice. Saio da tenda, ar fresco na pele pegajosa. Corpo vibra, memória gravada: impulsos devorados, prazer total. Perigoso, viciante. Quero mais.

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