Confissão Picante: A Surpresa Ardente na Minha Cozinha
Na minha cozinha, por volta das 14h, ela bate à porta. Convido-a a entrar. Ofereço-lhe algo para beber. Tem aquele olhar maroto, de lua cheia. Não me ouve. Distraída. Pergunto o que se passa. Inclina-se ao meu ouvido: Preparei-me para te agradar. Cansada do trabalho, mas penso na roupa escondida. Vai-te gustar. O ventre salta. O quê? Collants abertos debaixo da saia, aqueles que te ofereci. Olha. Levanta a saia até aos joelhos. E o string de veludo negro… sussurra. Arrepio. Levanta-se, vai ao lava-loiça. Sirvo-me de água. Em segundos, ajoelho-me atrás. Mãos nas pernas. Ela vira-se, olha pícaro: Aviso-te, não estou fresca. Andei o dia todo. Não me importo, pelo contrário. Enterro a cabeça debaixo da saia. Coxas firmes no nylon. Bordas ovais revelam pele macia. Mãos voam. Nylon contra pele. Veludo no pubis. Rampam no rabo perfeito. Dedo na renda das ancas. Nariz no entrepernas. Cheiro doce de suor e urina. Frisson. Mãos nas nádegas. Irrito o fio do string. Nariz acaricia o veludo. Ela suspira. Geme baixo. Língua no pano. Levanta perna ao ombro. Perineu oferecido. Rosto lá. Boca. Tecido húmido de urina. Lábios brincam. Veludo desliza nas dela, que incham. Molhadas. Língua empurra pano. Explora pelos das grandes lábios. Sabor mel e amoníaco. Não aguento. Abro calças. Sexo comprimido liberta-se. Ela vira-se. Apoia-se no lava-loiça. Levanta saia. Cúprio emoldurado no collant aberto. Sexo no saco de veludo. Lábios fendas. Nádegas tensas. Fio do string barra o ânus escuro. Plunge rosto entre nádegas. Lamba raia. Ela geme. Afasta pano. Língua do sacro ao clitóris. Jugos abundantes. Salgado. Odores proibidos. Attardo no botão. Inchado como pénis. Sensível na pequena lábio. Rodeio ânus amargo. Vertigens. Sexo pinga no azulejo. Pego-lhe. Explode na perna dela. Grito abafado entre lábios. Nariz no cu. Caio de costas. Braços em cruz.
Ela fica de pernas abertas. Levanta saia devagar. Rabo oferecido. Mão massageia sacro. Ancãs ondulam. Dedos nas lábios. Espectáculo. Eu exausto. Olhos lânguidos. Ela modera prazer. Sabe que agrada assim. Pega copo grande. Ajoelha-se frente a mim. Eu salto. Agora o resto do presente. Ajoelhada, pano cobre sexo. Inchado. Lábios querem rebentar tecido. Oh, não aguento. Preciso mijar. Ajusta copo. Pisa através do negro. Cinco segundos. Afasta. Jatos no copo. Transborda azulejo. Gostas, não? Sei. Pénis ergue-se. Cheiro urina. Sabor sexo na boca. Panorama. Êxtase.
A Febre
Despimo-nos. Duche juntos. Espuma savonosa. Carícias mútuas. Bocas fundem-se sob água morna. Diante lareira, tapete branco. Colados. Silêncio. Olhos nas chamas. Sol tinge quarto vermelho. Corpos reencontram-se. Carícias ternas. Chuva de toques. Ela goza várias vezes. Rosto aberto. Olhos no tecto do quarto. Pele ainda queima. Coração desacelera devagar. Vivemos o proibido. Único.



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