Confissão Picante: A Noite Selvagem no Clube Privado de Lyon

O ar do clube Lanterne cheira a suor e desejo. Luz vermelha pulsa. Sandra me arrasta pra pista. Coração bate forte. Pele dela roça a minha. Minijupe branca sobe a cada passo. Sem calcinha. Vejo tudo quando ela se agacha. Meu pau endurece. Ela ri, olhos faiscando. Dançamos colados. Mãos dela no meu peito. As minhas nas coxas dela. Calor sobe. Respiração acelera. Ao lado, uma mulher chupa um cara. Boca gulosa. Eu não aguento. Sandra desce a mão. Abre minha calça. Meu pau salta. Ela engole. Quente. Molhado. Língua gira. Outro cara chega. Ela alterna. Chupa um, mama o outro. Meu coração explode. Mãos apertam bundas. Pernas tremem. Tudo vermelho. Urgência queima.

No colchão gigante, ela se joga. Pernas abertas. Buceta molhada brilha. Eu me ajoelho. Lambo. Clitóris inchado. Ela geme. Quadris rebolam. Língua fundo. Suco escorre. Ela pega pau do outro. Engole até a garganta. Dois caras se masturbam. Olhos famintos. Eu levanto. Esfrego na entrada dela. Entro devagar. Apertada. Quente. Ela arqueia. Eu pego as coxas. Bombo forte. Pele suada bate. Ela mama o cara. Ele goza. Enche a boca. Sperma vaza. Ele pinta o rosto dela. Eu acelero. Não aguento. Saio. Jatos quentes no ventre, nos peitos. Ela sorri, gozada.

A Febre

Ela se levanta. Chupa o próximo. Boca cheia de porra ainda. Ele explode rápido. Depois o último. Ele fode a boca. Goza dentro, resto na cara. Ela limpa com língua. Eu visto. Sala cheira a sexo. Voltamos ao bar. Copos de champanhe. Pernas moles. Pele arde. Olhos dela brilham. ‘Gostou?’ Pergunto sim. Silêncio quente. Sala esvazia. Orgia continua nos cantos. Amanhã, almoço no Vieux Lyon. Mas isso… isso marca. Coração desacelera devagar. Suor seca. Sinto vivo. Devorado. Único.

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