Confissão Picante: A Chama Devoradora na Casa de Paula

O portão da casa de Paula range ao abrir. São 14h35. O sol filtra pelas árvores, quente, pegajoso. Meu coração martela no peito. Estaciono o carro. Desço, pernas trêmulas. Paula surge na varanda. Cabelos soltos, vestido leve colado à pele suada. Seios fartos, livres. Olhos que devoram. ‘Finalmente’, diz ela, voz rouca. Aperto a mão dela. Calor sobe. Pele arde. Entro. Sala ampla, janelas abertas. Ar denso de maresia e desejo. Sentamo-nos no sofá. Pernas roçam. Meu clitóris desperta, inchando sob a saia. Falo do fim de semana. Motos, tatuagens, Clotilde. Ela ri, inclina-se. Cheiro de almíscar. Mão no joelho. Dedos sobem. Coração explode. ‘Quero te tatuar com minha boca’, sussurra. Levanto a saia. String úmido. Ela vê. Olhos famintos. ‘Meu Deus, que monstro lindo’. Beijo voraz. Línguas lutam. Suor escorre. Pele gruda. Mãos arrancam roupas. Seios dela nos meus. Mamilos duros. Meu pulso acelera. 120 batidas. Urgência. Quero possuir. Ela geme. ‘Fode-me agora’.

Corpos colidem. Chão frio. Paula de joelhos. Bunda empinada. Tatuagem de serpente no lombar. Língua na minha fenda. Chupo o clitóris dela. Piercing frio na boca. Barrette no capuz. Lateja. Dedos invadem. Vago úmido engole. Meu pau-clitóris ereto. 4 centímetros de glande vermelho. Esfrego na entrada dela. Penetro. Devagar. Ela grita. Quadris batem. Suor voa. Ritmo selvagem. Pele vermelha. Unhas cravam. ‘Mais fundo!’. Acelero. Coração na garganta. Calor interno queima. Ela vira. Enfrento-a. Pernas abertas. Meu membro desliza entre lábios inchados. Piercing roça glande. Choque elétrico. Gozo primeiro. Jatos quentes. Ela treme. Orgasmo a rasga. Gritos ecoam. Corpos convulsionam. Líquido escorre coxas. Sem ar. Sem controle. Selvageria pura.

A Febre

Corpos parados. Pele ainda fumega. Suor seca lento. Paula sorri. Dedo traça meu clitóris murcho. ‘Voltou pra concha’. Rio fraco. Abraço. Corações sincronizam. Lento. 70 batidas. Cheiro de sexo impregna. Levanto. Banheiro. Água fria. Ela junta-se. Sabão desliza. Beijos moles. ‘Fica mais’. Quero. Mas Élodie chama na mente. Vista única. Placer perigoso. Vista. Roupa de volta. Café na varanda. Olhos cúmplices. ‘Volta tatuar de verdade’. Saio. Portão fecha. Pernas fracas. Memória grava. Cinzas quentes. Desejo renasce devagar.

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