Confissão Picante: Minha Chienne Chega Nua da Chuva

Chove forte lá fora. Estou no meu fauteuil, pernas mortas há sete anos. Caderno amarelo aberto. Páginas cheias de ti, minha puta livre. Fantasias que te faço ler. Hoje, sozinho, viro folhas. Meu pau endurece só de lembrar. Tu sais ser direta, cheia de putaria. Eu, tímido nos mots crus. Mas contigo, tudo explode.

A porta. Te vejo pela janela, carro parado. Abro antes do toque. Entras como furacão. Manto aberto. Corpo nu. Só botas altas pretas até as coxas. Coleira de couro no pescoço. Corrente prateada divide teus peitos fartos, roça o umbigo, pende entre as pernas. Metal frio na pele quente. Coração dispara. Sangue ferve. Olhos devoram cada curva. Seios balançam. Buceta depilada brilha úmida.

A Febre

Tu paras. De joelhos. Entregas a guia. Eu pego. Giro pela sala. Tu vens a quatro patas. Rabo empinado, balança. Palma na bunda. Estalo alto. Carne treme. Acaricio o veludo quente. Suor brota. Respiração curta. Meu pau pulsa na calça. Tu és minha chienne agora. Japo de excitação. Lanças bola. Buscas com a boca. Lapas água do tigela. Olhos fiéis, safados. Desejo sobe. Vermelho no peito. Urgência de possuir.

Eu mando. Tu obedece. Popotin rebolando. Quero te foder o ar. Mas controlo. Tu sentes meu olhar. Aproximas. Bassin projetado. Buceta na minha cara. Cheiro forte, almiscarado. Língua fora. Lambo. Cyprine doce escorre. Enfio fundo. Chupo o clitóris inchado. Tu gemes. Pressiona mais. Afogo no teu mel. Coração martela. Pele arde. Tu treme. Goza na minha boca. Jatos quentes. Corpo convulso. Pernas falham.

O Braseiro

Desabais no sofá. Pernas abertas. Boca escancarada. Olhos vidrados. Eu adoro te ver assim. Minha chienne exausta. Mas não acaba. “Chacun son tour”, dizes. Joelho no chão. Zíper baixo. Pau duro, veias saltadas. Dedos brincam. Descascas o prepúcio. Freio sensível. Latejo forte. Olhos nos meus. Boca quente engole. Maminha lenta. Língua gira. Sucção profunda. Gemidos escapam. Mão no cabelo. Guio o ritmo. Bolas apertam. Vem a onda.

Explodo. Porra grossa enche tua boca. Engoles tudo. Lambes gotas. Eu desmaio no prazer. Vazio total. Couilles secas. Tu, minha deusa devoradora. Corpo ainda treme. Pele colada de suor. Abraço-te. Chuva bate na janela. Mundo lá fora some.

Calma desce. Cinzas quentes. Teu corpo no meu colo. Dedos traçam cicatrizes. Sete anos paralisado. Tu cuidas. Me vês inteiro. Não sou fraco. Sou teu mestre, teu filho, teu brinquedo. Amor cru. Sem sombras do passado. Só nós. Respiração sincroniza. Coração desacelera. Mas o fogo dorme. Pronto pra reacender. Tu preenches tudo. Minha chienne eterna.

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