Confissão Picante: Dança Devoradora no Baile à Fantasia

O salão do baile à fantasia pulsa como um coração selvagem. Luzes tamizadas, fantasias ridículas por todo lado. Diana sai das toilettes, de volta ao seu vestido charleston, mas os olhos dela queimam. ‘Vamos dançar?’, diz ela, voz rouca de promessas. Meu pau já endurece só de lembrar o vislumbre: ela de joelhos, boca faminta em Jean-Paul II, corpos entrelaçados no caos. Pego sua mão. A pista ferve. Ritmo lento começa, um slow disfarçado de charleston decadente. Seus quadris roçam os meus. Calor sobe. Pele dela gruda na minha, suor misturado. Coração martela no peito, rápido, urgente. Mãos descem pelas costas dela, apertam a carne macia das nádegas. Ela geme baixo, pressiona o ventre contra mim. ‘Sente isso?’, sussurra, mão roçando meu volume. Tudo fica vermelho. Desejo explode. Lábios se colam, línguas famintas devoram. Dançamos colados, pernas entrelaçadas, fricção constante. Meu pau lateja, preso no tecido. Ela ri, maliciosa, guia minha mão sob a saia. Fio úmido. Dedos mergulham, ela treme. Respiração ofegante. Mundo some. Só nós, o ritmo, o fogo.

Corpos nus no meio da pista agora. Vestidos voam, fantasias rasgadas. Ela me empurra contra a parede escura. Pernas ao redor da minha cintura. Pau livre, roçando a entrada molhada. Entra de uma vez, fundo, rasgando. Grito abafado. Ela cavalga selvagem, unhas cravadas nas costas. Suor escorre, pinga nos seios balançantes. Chupo os mamilos duros, mordo. Ela urra, quadris giram furiosos. Ritmo acelera, batidas profundas. Paredes tremem com nossos gemidos. Olhos nos olhos, posse total. ‘Me fode mais’, implora. Obedeço, embisto como animal. Pele arde, corações sincronizados em pânico. Gozo primeiro, jorro quente dentro dela. Ela vem logo, corpo convulsionando, unhas rasgando sangue. Caímos no chão, embolados, exaustos no braseiro.

A Febre

Cinzas quentes sob a pele. Respiração acalma, devagar. Ela deitada no meu peito, suor secando. Salão gira ao redor, olhares invejosos, mas longe. Toque suave agora, dedos traçando curvas. Coração desacelera, mas o eco pulsa. ‘Isso foi nosso’, murmura ela, beijo preguiçoso. Levanto, ajudo-a. Roupas tortas, marcas vermelhas. Saímos dançando lento, posse consumada. No carro, mãos ainda famintas, mas saciadas. Noite vira memória gravada na carne. Dor nas juntas amanhã, arthrose maldita, mas valeu. Prazer total, devorador, perigoso. Sempre assim com Diana. Sempre dançarei.

Post Comment

You May Have Missed