Confissão Picante: O Deputado que Descobriu o Prazer Proibido no Seu Cu

No hall do apartamento, o ar cheira a desejo. Sophie passa o bandeau negro nos olhos de Marc. Escuridão total. Ele respira fundo. Coração acelera. Ela guia a mão dele ao elevador. Cola-se ao corpo. Sussurra: ‘Estás à minha mercê.’ Marc sente o calor da pele dela. Excitação sobe. No elevador, ela arranca a saia. Culotte encharcada. Pressiona contra o nariz dele. ‘Prova o meu molho.’ Ele lambe. Boca cheia do sabor dela. Pénis lateja no fato.

Entrada em casa. Ela atira o casaco. Desabotoa a camisa. Unhas cravam nos peitos. ‘Eu mando esta noite.’ Cinto solto. Mão no boxer. Aperta a verga dura. ‘Tão rígida, palpita.’ Ele tenta virar-se. Ela agarra a garganta. ‘Não.’ Massageia bolas. Ele treme. Quase goza. Ela para. ‘Ainda não.’ Corda nos pulsos. Atrás das costas. Totalmente preso. Dedos dele tocam a cona dela. Molhada. Clitóris inchado. Ela geme. Afasta-se.

A Febre

Colar de couro no pescoço. Corrente puxa. Leva à quarto. Deita-o de bruços na cama. Tira sapatos. Meias. Calças. Só boxer. Ela ri: ‘Cu sexy.’ Tesoura corta o tecido. String caseiro. Foda-se. Ela abre gaveta. Volta. Calor do corpo dela nas costas. Boca na nuca. Desce a espinha. Língua quente. Unhas nas coxas. Puxa bolas. Acaricia verga. Unha no períneo. Sobe ao cu. Ele enrijece. ‘Relaxa.’ Dedo lubrificado. Círculos no ânus. Boca desce. Beijos. Lambidelas. Ritmo acelera. Coração bate forte. Pele arde.

No quarto escuro de luxo, a febre consome. Cada toque queima. Urgência de posse. Ela manda. Ele obedece. Desejo devora razão.

O Braseiro

Ela endireita. Líquido frio no cu. Gode pressiona. ‘Respira.’ Ele abre-se. Lentamente. Entra. Harnês de couro. Foda anal começa. Devagar. Bolas de calor no ventre. Expande. Contrações. Espasmos. Ela acelera. Ondas sobem. Primeiro orgasmo. Grito rouco. Segundo. Mais forte. Terceiro. Fode selvagem. Mão na verga. Bombeia. Jatos de porra na mão dela. Corpo treme. Suor escorre. Pele colada. Coração explode. Prazer total. Devorador. Perigoso.

Selvageria pura. Cada estocada multiplica sensações. Próstata em fogo. Verga jorra sem parar. Ela domina. Ele rende-se. Intensidade bruta.

Ela retira. Desata cordas. Tira bandeau. Blota-se ao corpo suado. ‘Gostaste?’ Ele ofega: ‘Meu Deus… Incrível.’ Ela sorri. ‘O cu dos homens é feito para prazer.’ Ele concorda. ‘Nenhum homem deve ignorar isto.’ Abraço quente. Pele ainda queima. Coração acalma. Algo único vivido. Amor mais forte. Noite eterna.

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