Confissão Picante: Dominando Bébert com Fogo e Cravache

Estou no sofá da casa de Bébert. Pernas cruzadas. Saia fenda subindo. Coração bate forte. Pele arde. Esperei o dia todo. Épilee total. Pubis liso como adolescente. Seios empinados no sutiã. Quero ele de joelhos. Ouço a porta. Ele entra. Azul de trabalho. Cheiro a gasoil. Olhos dele devoram. ‘Dieu que tu es belle.’ Mergulha aos meus pés. Boca nos dedos. Língua quente. Mãos sobem coxas. Meu sexo pulsa. Molhada já. Coração galopa. Quero sua boca ali. Mas controlo. Paro tudo. Gifle estala. Ele cai. ‘Ta gueule Bébert.’ Ele implora. ‘T’es toute mouillée.’ Sim, mas eu mando. ‘Vai te lavar. Pantalon fora. Coca gelado. Biscoitos.’ Ele obedece. Rápido. Plato na mão. Eu bebo devagar. Dedo roça clitóris. Tremejo. Vulcão acorda. Ele volta. Camisa branca. Slip apertado. Bossa enorme. Atrasado. ‘Punition.’ Cravache na mão. Fustigo nádegas. Vermelhas. Ele grita. Tenta reagir. Outro golpe na coxa. ‘Joelhos!’ Ele cede. ‘Sim, Marie-Claude.’ Coração meu explode. Pele queima. Quero possuir.

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