Confissão Picante: Duas Etíopes no Jacuzzi do Meu Hotel em Addis
Na suíte do hotel em Addis Abeba, o jacuzzi borbulhava ainda quente. Senayt, pele bronzeada, olhos de corça, acabara de revelar o ardil. Não era virgem. Era um pacto idiota com Méron, a amiga mais escura, mais alta, curvas africanas puras. Eu, nu, molhado, coração trovejando, segurei Méron pelo braço. Seios firmes esmagam-se no meu peito. Sem sutiã. Só o vestido fino. Meu pau, traidor, endurece contra as nádegas dela. Ritmo acelera. Pele arde. ‘Pariou que me comia pra deixar Haïdar louco’, diz Méron, voz trêmula. Senayt range os dentes. Câmera no chão. Prova da farsa. Ameaço chamar a recepção. Elas congelam. ‘Se perder, faz tudo que eu mandei, uma noite inteira’, ri Méron. Inversão total. Meu sangue ferve. Empurro Méron contra mim. Ela não recua. Pelo contrário. Cola o rabo no meu pau rígido. Senayt, presa no próprio laço, empalidece. ‘Nu, vadia!’, ordena Méron. Senayt obedece. Vestido molhado voa. Peitos pequenos, bicos duros. Calcinha branca cai. Mão na boceta, outra nos seios. Pudor falso. ‘No cama, abre as pernas!’, grita Méron. Senayt deita. Pernas escarranchadas. Vulva lisa, lábios rosados inchados. Dedos dela descem. Esfrega devagar. Umidade brilha. Meu coração martela. Méron sobe o vestido. Sem calcinha logo. String vermelho no chão. Fude dela exposta. Escura, carnuda. Eu abaixo as mãos. Sinto o calor. Dedos na fenda dela. Molhada já. Seios enormes, aréolas largas, mamilos grossos como dedos. Ela geme baixo. Empurra o cu contra mim. Paixão sobe. Vermelho no ar. Urgência de possuir. Senayt acelera. Dois dedos dentro. Clitóris inchado. Olhos vidrados em nós. Ar muda. Cheiro de sexo. Luz baixa. Impulsos tomam conta.
Meu pau dói. Enfio entre as coxas de Méron. Glande roça os lábios dela. Escorregadio. Ela arqueia. Eu entro num golpe. Quente. Apertado. Fodo como animal. Mãos nos peitos dela. Amasso. Ela ofega. Dedo no cu de Senayt. Grito dela. Dor e raiva. Méron sorri sádica. ‘Dói, né? Mas vais gostar de rabo antes do fim.’ Eu pillo mais forte. Barriga bate nas nádegas dela. Suor escorre. Corações disparados. Senayt geme agora. Mão voadora na boceta. Méron retira dedo da amiga. Lambe. Enfia de novo na boceta dela. Eu sinto o clímax vir. Ela contrai. Vagina morde meu pau. ‘Fode-me forte! Mostra a esta puta quem manda!’, berra Méron. Eu obedeço. Selvagem. Sem freios. Pele colada, suor pinga. Grito gutural. Porra explode dentro dela. Jatos quentes. Espasmos nos dois. Ela cai sobre Senayt. Meu pau ainda duro dentro. Limo devagar. Beijo delas. Línguas se enroscam. Ternura no caos.
A Febre
Corpos exaustos afundam no lençol. Pele ainda queima. Suor seca devagar. Meu pau sai devagar de Méron. Porra escorre da fenda escura. Senayt suspira. Olhos semi-cerrados. ‘Se sentisses como é bom’, murmura Méron. Toquei-as. Calor residual. Corações desaceleram. Ritmo volta ao normal. Mas o fogo interno persiste. Algo único vivido. Perigoso. Devorador. No quarto escuro do hotel, três estranhos unidos no prazer bruto. Nenhum arrependimento. Só a memória visceral. Pele marcada. Impulsos saciados. Por ora.



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