Confissão Picante: A Língua Devoradora da Recepcionista no Meu Escritório
O escritório lateja em silêncio. Porta fechada. Karine surge. Minijupe de couro aperta suas curvas. Olhos predadores fixos nos meus. Coração galopa. Pele queima. Ar pesado. Ela sorri. Maligna. Pernas cruzadas. Lisere dos bas à pois. Meu clítoris desperta. Úmido. Pulsante. Quero tocá-la. Já. Ela se afasta do fauteuil. Avança. Boca vermelha roça minha orelha. Respiração quente. “Tu coules, Magali”. Dedos sobem minha coxa. Tremor. Peito sobe e desce rápido. Seios apertados no chemisier. Botões cedem. Olhar dela devora. Eu abro as pernas. Sem pudor. Saia sobe. Culotte encharcada. Ela ri baixo. Gutural. Mão invade. Dedos roçam o tecido. Molhado. Escorrega. Meu pulso explode. 180 batidas. Visão embaça. Vermelho. Só desejo. Ela puxa a culotte. Cheira. Língua lambe. “Teu mel é meu”. Eu gemo. Baixo. Urgente. Corpo inclina. Ofereço-me. Febre consome. Não resisto. Nunca.



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