Confissão no Elevador: A Noite que os Vizinhos Devoraram Minha Namorada
Lille, junho de 1999. Ar quente aos 25 graus. Eu, Olivier, 22 anos, cambaleio com Anne-Laure pela rua lotada de estudantes. Mão na sua cintura. Roba preta colada à pele. Seios livres agora, sem sutiã. Coração acelerado. Pausa no hall. Elevador chega. Ela solta o fecho. Seios balançam sob o tecido fino. Mamilos endurecem. Eu endureço no jeans. ‘Tira a calcinha’, ordeno. Ela ri, maliciosa. Dedos deslizam. Quente. Úmida. Elevador fecha. Eu a viro pro espelho. Jeans aberto. Pau fora. Mãos nas ancas. Ela se curva. Dedo no cu dela. Molhada. Penetro fundo. Paro. Domínio total. Va-et-vient lentos. Gemidos abafados. Risco de portas abrirem. Excitação explode. ‘No apê, toma-me’, ela implora. ‘Serás minha. Tudo o que eu quiser.’ ‘Sou tua.’ Beijo feroz. Pinço mamilo. Ela geme no meu pescoço. Portas abrem no terceiro. Vizinhos no corredor. Jacques, 50 anos, grisalho, elegante. Annie, loira, simpática. ‘Último copo?’, convidam. Olhar de Anne-Laure suplica não. Mas eu digo sim. Excitação vence. Entro no apê deles. Moquete branca fofa. Sapatos fora. Sofá gigante. Balcão aberto pro boulevard. Ela se contorce, nua sob a robe. Jacques devora-a com olhos. Punch coco desce fácil. Dores nas costas dela. Ele se ajoelha. Mãos nos ombros. ‘Desalinhada.’ Zip da robe desce. Dedos na coluna. Suspiros. Bretelas caem. Braços protegem seios. Ele solta cabelo. Braços relaxam. Robe desce. Seios expostos. Mãos dele os envolvem. Mamilos endurecem. ‘Lamba’, ordena-me. Obedeço. Língua nos tetos. Ela geme baixo. ‘Oliv…’ Mão dele na coxa. Robe sobe. ‘Nua desde o início. Boa menina.’ Pernas abertas. Línguas neles. Clitóris incha como nunca.



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