Confissão Picante: A Febre do Escorpião nos Trópicos
O calor dos trópicos sufocava tudo. Minha casa de madeira, isolada na selva, cheirava a umidade e desejo reprimido. Maud passava pela varanda, seu corpo enorme balançando. 120 quilos de curvas que me enlouqueciam. Seios gigantes esticando a camiseta, mamilos pretos marcando o tecido. Sorriso largo. Convidei-a para um refrigerante gelado. Coração disparado. Falamos de escorpiões. Ela tremia, voz grave e americana, com sotaque parisiense. ‘Não entro mais no banheiro.’ Ofereci ajuda. Fomos para a casa dela. Madeira nobre, estatuetas africanas. Banheiro úmido. Ela na porta, eu de joelhos caçando a besta. Encontrei o bicho negro atrás do cano. Matei-o na banheira. Ela gritou, correu para mim. Peitos enormes no meu rosto. Ereção instantânea. Coração martelando. Abracei-a. Boca dela na minha. Línguas selvagens. Mão dela no meu pau duro. Urgência nos olhos. Tirei a camisa. Calça. Slip devagar. Minha pica saltou, grossa e veiada. Olhos dela famintos. Seguiu-me ao quarto. Sentei na cama. Ela ajoelhou. Dedos macios na minha haste. Titilou o saco. Masturbou devagar. Boca quente. Língua no prepúcio. Engoliu tudo. Garganta profunda. Chupava com fúria. Bolas na barba. Gozei explosivo. Jatos na goela. Ela engoliu tudo, lambendo as gotas nos lábios. Pele ardendo. Coração em pânico de prazer.
Ela se ergueu. ‘Quero tua pica dentro de mim.’ Rebandei rápido. Strip dela. Camiseta voou. Peitões caíram, aréolas largas, mamilos duros como pedras. Culote desceu. Bunda imensa, celulite suada. Virou. Fenda peluda entre coxas grossas. Toison negra do umbigo ao cu. Deitou, pernas abertas. Cona inchada, molhada. Chupei mamilos. Grossos, salgados de suor. Ela guiou minha pica. Mergulhei no calor viscoso. Pelos dela roçando os meus. ‘Fode fundo! Arromba!’ Empurrei forte. Coração galopando. Suor pingando. Ela mugia. Ancava contra mim. Ritmo animal. Peitos balançando. Cyprine escorrendo. Acelerei. Ela tremeu. Orgasmo violento. Cona apertando. Saí no último segundo. Gozei nos peitos. Jatos quentes. Esfreguei a pica neles. Ela chupou o resto. Porra em todo lado: rosto, pescoço, cabelo. Etalamos o creme juntos. Respiração pesada. Corpos colados no lençol úmido.
A Febre
Calor ainda queimava a pele. Maud sorria, exausta. Dedos traçando meu peito. ‘Isso foi só o começo.’ Coração desacelerando devagar. Suor secando em crostas salgadas. Olhos dela, pétillants, prometiam mais. Levantei, nu e satisfeito. Banheiro cheirava a morte de escorpião e sexo. Fora, trópicos rugiam indiferentes. Algo único havia nascido ali. Perda de controle total. Pele marcada por unhas dela. Memória gravada no sangue. Voltei para casa tropeçando. Noite quente. Sonhos de mais.



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