Confissão Picante: Minha Esposa Nua no Calor dos Trabalhadores
Escondido na sebe do vizinho, coração trovejando às 7h. Binóculos tremem nas mãos suadas. Quarto do rés-de-chaussée acende. Lucian arrasta Valérie pela mão. Ela obedece, olhos baixos, corpo nu já tremendo. Meu pau endurece contra a calça. Respiração curta, pele em brasa. Vejo-a ajoelhar no leito de Victor. Anaconda dele salta. Ela agarra, boca faminta. Só o glande entra, bochechas esticam. Mãos duplas mastigam a carne grossa. Coração acelera. Quero ser eles. Quero vê-la quebrar.
Marian e Stefan flanqueiam. Puxam a camisola pela cabeça. Peitos balançam livres. Nua no meio da matilha. Ajoelham-na entre pernas abertas de Victor. Boca volta ao pau dele. Rabo empinado, exposto. Mãos ásperas roçam costas, nádegas, tetas penduradas. Calor sobe. Meu suor escorre. Ela arqueia, implorando. Marian mergulha a língua no rego. De cima a baixo. Ela treme, pernas abrem mais. Ele recua. Salta no leito. Penetra num golpe só. Fundo. Ela grunhe em torno do pau de Victor. Selvagem. Ritmo cardíaco explode no meu peito. Urgência de possuir. Ele sai rápido. Lucian manda. Preserva a puta?
A Febre
Marian ferve. Brinca o pau sobre o rabo dela. Grita baixo. Jatos quentes pintam nádegas, sobem ao dorso. Ela não para. Victor goza. Sperma escorre da boca dela. Stefan avança. Brinca ao lado. Descarga no peito, no pescoço. Cuidados naturais. Corpo dela brilha de porra. Lucian ergue-a. Banho rápido. Sai nua, mão dele no rabo. Empurra-a para fora. Eles riem, punhos batem. Irmãos de sangue, donos dela.
O Braseiro
Cozinha agora. Nua como Eva. Garrafa d’água na mão. Prepara café, mesa. Mugs, copos, talheres. Fruta do frigorífico. Eles chegam. Sentam. Lucian chama. Ela senta no colo dele. Braço na cintura. Mão na coxa. Cabeça dele no peito direito. Beijo no mamilo. Ela não mexe. Toby cheira a cadela no cio. Lucian abre pernas. Língua do cão lambe o mel. Ela arqueia. Dedos dele nos mamilos. Aperta. Ela goza em silêncio, unhas no pescoço dele. Victor afasta o cão. Ela serve café. Mãos vagueiam. Coxas, costas, rabo. Uma sobe ao sexo. Ela fecha pernas. Escapa. Serve o alfa. Volta ao colo. Pão na mão. Ele belisca tetas. Ela treme, mal untura. Beijo voraz. Tartina na boca dela. Dedos no peito, mão na anca. Possessão total.
Eles comem. Ela limpa. Eles saem. Eu fujo, pau latejante. Noite chega. Mesa posta. Pâtes, rosé. Mãos sob a toalha. Ela no fim, Victor e Lucian aos lados. Bochechas rosadas. Doce depois. Contatos íntimos. Eles vão. Café forte. Ela sobe. Pyjama. Porta entreaberta. Noite semi-acorda. Victor sussurra. “Madame Valérie”. Couvertor desliza. Levanta-a. Lucian espera. Porta fecha pela metade. Entram no quarto dele. Três sombras. Meu desejo queima nas cinzas. Ela é deles agora. Pele ainda arde em mim. Único. Irreversível.



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