Confissão Picante: A Estátua de Hédion e o Fogo Incontrolável
A porta aberta. Escuridão densa. Cheiro de mofo. O altar surge na luz tremulante das tochas. Um objeto negro, liso, volutas douradas. Olisbos. Membro de Hédion. Coração de Fyrag acelera. Thyris avança. Mão dela toca. Ele a segura. Punho forte no pulso dela. Ela se debate. Olhos selvagens. Boca inchada. ‘Deixa-me! Eu quero!’ Voz rouca, irreconhecível. Ele empurra o objeto para longe. Ela acalma um pouco. Mas o fogo queima dentro. Suor escorre pelas costas dele. Pele quente. Respiração ofegante. Ele a ceintura. Sai da sala. Ela volta ao normal. Mas o chamado persiste. ‘Ele me chama, Fyrag.’ Olhos dela brilham. Coração martela. Ele bloqueia a porta. Discussão. Muro vazio. Profecia em curso. Ela se move para a porta. Ele agarra o braço. ‘Não.’ Ela o encara. ‘Eu sei que vou fazer.’ Gravidade nas palavras. Ele solta. Corre para o altar. Ela persegue. Ele pega o olisbos. ‘Senta no altar.’ Ela obedece. Tremendo. Ele arranca a túnica. Pele nua. Branca. Suada. ‘Deita. Abre as pernas.’ Ele se aproxima. Ponta escura roça os pelos loiros. Calor irradia. Ela geme. Ondula quadris. Coração dele explode. Ele traça círculos no ventre. Umbigo voraz. Contrações rápidas. Ele sobe aos seios. Tetos duros. Globos firmes. Ela desespera. Mãos estendem. Ele afasta. Mas deixa perto. Dedos dela tocam. Jappes de prazer. Ele guia à boca. Ela suga. Voraz. Língua lambe. Ele resiste. Músculos tensos. Pressão insana.



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