Confissão Picante: Êxtase na Clareira Proibida

A clareira do ‘petit Nice’ me engole. Sol alto queima a pele nua. Suor escorre pelas costas. Pernas tremem do cansaço da trilha. Sacola de água jogada no chão. Elas bebem. Eu desabo na grama. Coração martela no peito. Olhos semicerrados. Vislumbro rostos alegres. Tuniques brancas voam. Dançam em roda ao meu redor. Risos ecoam. Pernas nuas saltam sobre mim. Cheiro de ervas selvagens invade. Thym pica a pele. Calor sobe. Respiração acelera. Olhares famintos me devoram. Minhas coxas se abrem sozinhas. Ar fresco lambe a umidade entre as pernas. Dedos traem. Deslizam para o sexo latejante. Toque úmido. Fogo acende. Pubis inchado clama. Elas param. Observam. Colette sorri. Eu me entrego. Dedos mergulham na fenda escorregadia. Ritmo frenético. Seios arfando. Mamilos duros como pedras. Imagino pinças. Chicotes. Vergonha queima. Excitação devora. Coração explode no ouvido. Pele em brasa. Tudo vermelho. Urgência de possuir. De ser possuída.

Andréa avança. Anaïs atrás. Mãos nos meus seios. Pincam. Torcem. Dor lancinante. Prazer insano. Dedos no clitóris. Apertam. Eu urro. Outra mão livre. Penetro o cu. Profundo. Ritmo selvagem. Vagina e ânus invadidos. Corpo arqueia. Elas me usam. Eu me uso. Gritos rasgam o ar. Orgasmo sobe como tsunami. Corpo convulsiona. Jatos de gozo molham a grama. Riso e choro misturados. Pernas tremem. Suor pinga. Elas aplaudem. Eu rio. Exausta. Vulnerável. Pele ainda pulsa.

A Febre

Andréa precisa. ‘Sirva-a’, ordena Colette. Ela me monta. Coxas grossas me prendem. Seios pesados balançam. Chatte profusa paira sobre meu rosto. Lábios grossos se abrem. Corail rosado brilha. Jet quente explode. Acerta peitos. Corre pelo ventre. Acessa virilhas. Inunda tudo. Salgado leve. Ácido suave. Eu fecho olhos. Aceito. Humilhação que excita. Corpo treme. Bénédicte segue. Janine ergue minhas pernas. Cul no ar. Buracos expostos. Dedos invadem. Esticam. Pinçam clitóris. Dor e gozo. Boca na dela. Lamba. Engulo. Três dedos fodem. Polegar no cu. Grito no con. Orgasmo explode. ‘Ela goza!’, riem. Bénédicte manda abrir. Ecarquilho a buceta. Jet forte. Direto no interior. Vagina enche. Transborda. Corre pelo cu. Molha tudo. Mistura de urina e gozo. Corpo gela. Calor persiste. Elas se afastam. Eu fico. Poças ao redor. Pele pegajosa. Olhos de Marie e Anaïs fixos. Vergonha e orgulho. Colette me ergue. ‘Boa submissa’. Caminho de volta. Seco ao sol. Mas dentro, fogo eterno. Marie dirigirá à noite. Céu cai. Mas desejo renasce. Cinzas quentes. Pronta para mais.

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