Confissão Picante: A Febre Proibida no Estúdio da Minha Parceira de Gendarmaria
Estúdio dela em Bourg-en-Bresse. Chão frio contra as costas. Canetas tilintam. Cerveja gelada desce pela garganta. Ombro no ombro dela. Émilie ri baixo. Olhos verdes devoram os meus. ‘On s’en est pas mal tirée.’ Choque de latas. Braço meu rodeia o pescoço fino. Lábios se encontram. Fome antiga explode. Língua dela invade, quente, urgente. Coração martela no peito. Pele arde sob a blusa fina. Mãos minhas apertam a cintura. Ela geme no beijo. ‘Godevin…’ Voz rouca. Puxo a alça da blusa de verão. Seios livres saltam. Mamilos duros roçam meu peito. Respiração dela acelera. Minhas unhas cravam nas coxas macias. Ela se contorce. ‘Mais…’ Ar quente enche o quarto escuro. Desço a mão. Calcinha úmida. Dedos mergulham no mel. Ela arqueia as costas. Pulsos aceleram juntos. Roupas voam. Corpos nus colidem. Suor brota. Olhar dela: predadora. Pernas se abrem. Urgência queima. Tudo vermelho. Desejo engole razão.
Corpo dela sob o meu. Piso macio afunda. Coxas apertam minha cintura. Membro rígido roça a entrada molhada. Empurro devagar. Ela grita. Quente, apertada. Envolve-me inteiro. Ritmo selvagem começa. Estocadas fundas. Pele bate em pele. Suor escorre. Unhas dela rasgam minhas costas. ‘Mais forte!’ Obedeço. Martelo sem piedade. Seios balançam. Chupo um mamilo. Mordisco. Ela uiva. Coração galopa. Respiração ofegante. Viro-a de bruços. Nádegas empinadas. Entro por trás. Mãos nos quadris. Puxo com força. Ela empina mais. ‘Fode-me!’ Grito gutural. Acelero. Bolas batem. Umidade escorre pelas coxas. Giro-a de novo. Pernas nos ombros. Penetro fundo. Olhos nos olhos. Suor pinga. Ela contrai. Orgasmo dela explode. Corpo treme. Unhas cravam. Eu resisto. Mais estocadas. Gozo dentro. Jatos quentes. Corpo colapsa. Selvageria total. Sem filtros. Cada nervo em chamas.
A Febre
Corpos entrelaçados no chão. Respiração acalma. Pele ainda queima. Suor seca devagar. Dedos traçam curvas suaves. Beijo lento na nuca dela. Coração desacelera. Ela vira. Sorriso saciado. ‘Foi… único.’ Abraço aperta. Pernas enroscadas. Calor residual pulsa. Noite devorou-nos. Perigo do proibido: colega, agora amante. Razão volta aos poucos. Mas o fogo ficou. Marcas na pele. Memória visceral. Algo mudou para sempre. Cinzas quentes. Pronto para reacender.



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