Confissão Picante: Maryse Devorada pelo Desejo na Área de Descanso

Paramos na área de descanso da autoestrada, sob as árvores escuras. O ar noturno úmido gruda na pele. Maryse ao meu lado, decote fundo, seios pesados quase pulando para fora. Meu pau endurece só de olhar. Três camionneurs nos encaram das sombras. Grandes, musculados, olhos famintos. Falam baixo, língua estrangeira, mas sei o que dizem. Ela é uma puta deliciosa. Coração dela acelera. Sinto o pulso no pescoço. ‘Eles te querem, chérie’, sussurro. Ela cora, mas os mamilos endurecem sob o tecido fino. Saímos do carro. Banheiro rápido. Eles nos seguem com os olhos. Volto, tranco as portas. ‘Te excita saber que eles batem punheta pensando em ti?’ Ela morde o lábio. ‘Sim, são gatos, fortes.’ Meu sangue ferve. Puxo-a para mim. Beijos urgentes. Línguas se devoram. Mãos nas coxas dela, subindo. Pele quente, suada. Ela geme baixo. Olho pelo vidro. Eles se aproximam. Perto agora, colados no carro. Meu desejo explode. Hora de mostrar o que é meu.

Rasgo o decote. Seios enormes saltam livres. Pesados, moles, perfeitos. Pego-os com força. Amasso, aperto. Ela arqueia as costas. ‘Mostra pra eles.’ Baixo o encosto. Ela obedece. Pernas abertas. Arranco o collant. Sem calcinha, como sempre. Chatte exposta, molhada. Dedos mergulham. Ela pinga. Grita. Eu abro as grandes, rosadas. Botão inchado. Circulo, aperto. Ritmo furioso. Olhos nos camionneurs. Eles tiram os paus. Grossos, venosos. Batem forte, vidrados na buceta dela. Eu chupo os peitos. Mordo mamilos. Ela treme toda. Coração martela no peito dela, no meu. Suor escorre entre os seios. ‘Goza pra eles.’ Ela explode. Corpo convulso. Gritos roucos. Um deles goza primeiro. Jatos brancos no vidro. Os outros aceleram. Baixo a janela dela. Ar invade, cheiro de macho. Paus na cara dela. Ela olha, hipnotizada. Primeiro jato atinge o rosto. Quente, grosso. Segundo homem descarrega. Boca, bochechas, cabelo. Ela lambe os lábios. Terceiro finaliza. Coberta. Decorada como troféu.

A Febre

Fecho a janela. Aciono o motor. Ela nua, imóvel, esperma escorrendo. Sorri. ‘Não imaginava tão fácil.’ Rimos. Ela não se veste. Chegamos em casa. Saio primeiro. Ela desce pelada, rosto grudento, seios balançando. Dois passos pro jardim. Segura. Dentro, banho quente. Mas o cheiro fica na memória. Pele ainda arde. Coração desacelera devagar. Ela me abraça. ‘Mais disso.’ Agora sonha com trios, gangues. Eu procuro no net. Ela virou vadia insaciável. Aquela noite mudou tudo. Cinzas quentes, prontas pra nova fogueira.

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