Confissão Picante: Noite de Fogo no Chalé Sob a Chuva

A chuva martela o telhado do chalé. Anne dorme lá em cima. Eu, nua na cama, o coração a bater forte. O telefone vibra. Marjorie. A voz dela entra na minha pele como fogo. ‘Manda foto nua.’ Eu desço as escadas, peito a arfar. Pego o spot. Luz crua no corpo. Braço esticado, clico. Envio. Meu sexo já pulsa. Ela responde com os seios, corrente nos mamilos. Meu clítoris incha. Envio close do meu sexo molhado. ‘Queres lamber-me?’ Sim. A febre sobe. Pele a queimar. Ritmo cardíaco acelera. Ela guia: ‘Pınca os mamilos.’ Dedos apertam forte. Dor aguda. Prazer explode. Lamba-os. Foto com língua no peito. Envio. ‘Vai à carro buscar o pacote.’ Nua, porta aberta. Chuva gelada na pele quente. Corro. Foto lá fora, corpo exposto. Ela ri: ‘Passeia mais.’ Frio corta. Volto. Abro o pacote. Pinças metálicas brilham. Coração galopa. Coloco nos mamilos. Dor lancinante. Calor invade. Foto. ‘Tira nelas.’ Aaaaah! Mal. Bom. Deito no chão. Mão no sexo. Dedos mergulham. Dois buracos a encher. Urgência devora.

Pinças balançam. Cada movimento, dor multiplica prazer. ‘Usa os sapatos dela.’ Desço. Passos tremem, pinças saltam. Pego os de Anne. Talões finos. Pressiono nos seios. Foto. ‘Chupa como caralho.’ Boca aberta. Engulo o talão. Língua lambe. Foto. Molhada. ‘Enfia na cona e cu.’ Culotte dela na boca. Cheiro inebria. Cabeça gira. Um talão no sexo. Estica. Outro no cu. Dor rasga. Empurro fundo. Corpo arqueia. Mão fricciona clítoris. Ritmo selvagem. Pinças puxam. Grito abafado na cueca dela. Imagens: talões enterrados, lábios abertos, cu dilatado. Dois no sexo. Arde. Jorro vem. Corpo convulsiona. Orgasmo rasga. Suor, lágrimas, prazer total. Ela manda: ‘Limpa com língua.’ Lambe talões sujos. Sabor meu e dela misturado. Foto final. ‘Boa noite, puta.’ Desligo. Cinzas quentes na pele.

A Febre

Enfio tudo no lugar. Sapatos secos. Culotte limpa. Arranco pinças. Mamilos roxos, sensíveis. Subo. Anne dorme serena. Meu corpo ainda treme. Pele arde em memórias. Cama acolhe. Sono pesado. Acordo com sol alto. Anne fez pequeno-almoço. Olhos dela inocentes. Meu segredo queima dentro. Normalidade volta. Mas o fogo espera nova faísca. Aquela noite mudou tudo. Dor virou vício. Proibido, urgente. Perdi controlo. E adorei.

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