Confissão Picante: A Noite Devoradora no Castelo Libertino
O castelo abandonado na campanha parisiense pulsa de vida proibida. Carros de luxo enchem o parque. Entramos, eu Delphine, robe vermelha curta, seios pesados a transbordar, saltos vermelhos cravados no chão. Pierre ao lado, alto, magro, olhos azuis famintos. Não somos virgens, mas esta é a primeira privada. O ar cheira a couro, latex, champagne. Um casal devasta o olhar: ele, metro e oitenta e cinco, pauzão marcado no couro aberto. Ela, seios impossíveis, desafiando a gravidade. Meu coração acelera. Pele arde. Quero isso.
Os anfitriões nos recebem. Anão ruivo, pila ao vento, santiags. Ela, africana em botas gigantes, decote de couro. ‘Bebam, olhem, fodam. Mas não entre vocês.’ Rimos nervosos. Buffet com dois machos sem camisa, champagne jorra. ‘Bella potra’, diz o grandão. Meu sexo escorre. Subimos. Quartos escuros, colchões no chão. Ainda cedo. No hall, máquina fode um gajo. Loira masturba-o. ‘Queres ajudar?’ Eu ajoelho. Punho quente, veias pulsantes. Ele goza grosso na minha mão. Pierre olha, chocado, excitado.
A Febre
‘So alone agora. Preciso de pica.’ Ele acena, relutante. Eu sumo. Três homens me cercam. Olhos negros, mãos ousadas. ‘Mostra os peitos.’ Desabotoo. Línguas no mamilo direito, dedos no cu preparado, no clitóris inchado. Champagne na mão, sorvo devagar. Parede nas costas. Eles me levam ao bureau. Mesa velha. Sucção gulosa nas três pilas. Durão, o indiano alto. Ele me deita, fode rápido. Pele suada cola. Coração troveja. Levrette. Indiano barbudo, pila monstruosa. Preservativo estala. Penetra fundo. Grito. Pés no ar. Mulher segura meus braços. Pierre entra. Sorrio. Mais forte agora.
Ele me fode o cu. Dedos no clit. Quase DP, mas não. Gozo tremendo. Eles rodam. Loira me beija. Seios roçam. Pierre some com ela. Meu corpo queima, vermelho febril.
O Braseiro
Pierre vê negra sublime. Olhos na penumbra. ‘Vem, despe-te.’ Abraço quente. Tetões em forma de pera, mamilos gigantes na boca. Língua dela devora. ‘Fode-me.’ Vagina escaldante engole-o. Unhas nas costas. Ela goza, suspira fundo. ‘Deixa-a.’ Frustrado, baixa. Procura-me. Vê saltos vermelhos. Eu na mesa, indiano me rebenta. Dois outros chupam peitos. Mulher beija. Ele infiltra. Loira assume braços. Ele pega ela, Tania. Mesma altura, beijos iguais. Dedos no mel dela. ‘Fode-me.’ Subiram. Ela o despe, lambe tudo. Sucção lenta, língua mágica. Levrette. Picha dele, 17cm grossa, mergulha na mata rala. Fode forte, tapa bundas, mama peitos. Geidos ecoam.
Gordo peludo irrompe. ‘Traição!’ Drama. Ela chupa o micro-pau dele. Pierre foge. Desce. Eu converso, peitos à mostra. ‘Tudo bem?’ ‘Sim. E tu?’ Não conto. Jalosa, mas ele vê-me foder.
Casal volta ao inferno. Corpos suados, cheiro de porra e mel. Descemos. Ar frio na pele quente. Olhares trocados. Coração ainda galopa. Casas vazias, colchões encharcados. Festa acalma. Odeia sexo impregna tudo. Eu frustada, sem DP. Mas casa espera. Pierre duro como ferro. Vai rebentar-me de novo. Pele ferve. Único. Devorador. Perigoso.



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