Confissão Picante: As Noites de Leitura Devoradoras com Anne de Sertange

O quarto cheirava a livros velhos e desejo reprimido. Valence, noite quente de verão. Eu, Aurélien, deitado na cama de Anne de Sertange, coração batendo forte. Ela entra, robe de seda roçando a pele. Entrega o livro, marcador em forma de falo dourado. ‘Lê devagar, alto’, ordena. Desliza os lençóis. Meu pau endurece no cueca. Começo a ler: rose d’amour aberta, enconna com força. Dedos dela nas minhas bolas, rolando devagar. Calor sobe, pele arde. Coração galopa. Ela puxa o cueca, boca perto das couilles. Sopra quente. Língua lambe, dedo úmido no meu cu. Roseta franze sob o toque. Leio mais: Archibald lambe o trou de Maurice. Ela suga minhas bolas, um dedo enfiado. Eu gemo, pau lateja. ‘Continua!’, sussurra rouca. Excitação vermelha, tudo gira. Segunda noite, na cama dela. Eu nu da cintura pra cima. Ela de bruços, chemise levantada. Fesses perfeitas, cu rosado. Massajo, abro a raia. Oreiller sob o ventre. Vulva exposta, tosa úmida. Dedos no clitóris duro, polegar no con. Três dedos no cu dela. Ela lê Wilde: toison pubienne, boca no phallus. Voz treme. Eu lambo o cu poivrado, língua fundo. Ela empina, implora. Coração explode, pele em fogo. Desejo devora razão.

Pele colada, suor pinga. Primeira noite, ela mama meu pau, dedo no cu, polegar nas bolas. Eu leio, aguento. Gozo na boca dela, jatos quentes. Ela engole, tetas duras sob a seda. Segunda noite, arranco cueca. Pau na con molhada, pompa vaginal aperta. Devagar, sinto cada prega. Saio, enfio no cu. Pilo forte, couilles batem fesse. Mão no clitóris, ela grita obsceno. Jorra no recto dela, quente, fundo. Selvagem, sem freio. Ela treme, músculos sugam. Eu malax seios, mordo pescoço. Ritmo cardíaco insano, urgência de possuir. Cu dela aperta, con pinga. Gozo bestial, esmagado nela. Ela vira puta minha, submissa total. Cada estocada multiplica prazer. Língua no cu antes, agora pau fundo. Sem filtro, cru. Corpos colidem, umidade escorre. Ela goza gritando, eu explodo dentro. Braseiro consome tudo.

A Febre

Corpos exaustos, pele ainda queima. Fico no cu dela, pau amolece devagar. Ela vira, beija com gosto de mim. ‘Amanhã, mais’, promete. Saio pingando, plénitude invade. Regresso à calma, coração desacelera. Mas o fogo lateja baixo. Lembro o cheiro, o gosto poivrado do cu, a mama gulosa. Regretos? Nenhum. Só fome por mais. Inferno da biblioteca espera. Anne me tem pela cauda. Eu, viciado na intensidade. Noites assim marcam pra sempre. Cinzas quentes, prontas pra reacender.

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