Confissão Picante: A Minha Pequena Chienne Devorada por Dois Machos

Na nossa sala de estar acolhedora, o ar espesso de desejo. Lillie desfila, nuisette fina colada à pele suada, touffe exposta, meias pretas subindo as coxas. Coração martela no peito. Olhos fixos nela. Motor ronca lá fora. Valin chega. ‘Acolhe-o como se deve’, ordeno. Ela ri, low e rouca, vai à porta. Eu me escondo no corredor, sombra faminta.

Porta abre. Valin paralisa, devora-a com os olhos. Beijos nas bochechas, mas o ar crepita. Entramos no salão. Ela serve bebidas, seios balançando sob o tecido transparente. ‘Queres beber o quê?’, provoca. ‘Tu’, rosna ele. Risos. Eu pego o collier grenat. ‘Uma chienne precisa disto.’ Ele prende no pescoço dela. Ela arqueia, seios empinados. Pele arde. Coração acelera.

A Febre

‘Ela é tua chienne. Chupa-o.’ Ela pega almofada, ajoelha aos pés dele. Cinto aberto. Pausa. Verga grossa salta, veias pulsantes. Lábios dela engolem devagar. Língua traça o tronco. Glande inchado some na boca quente. Ele geme. Eu assisto, pau latejando. Ela acelera, suga fundo. Ele treme, pré-gozo na ponta. Ela lambe, sorri fiéra.

Vou à casa de banho. Preparo. Levo-a ao quarto de hóspedes. Pernas escarranchadas na cama. Creme de barbear no monte púbico. Rasoir desliza, pele rosada emerge lisa. Valin observa, olhos famintos. Raspo as lábios, o cu. Beijo cada parte. Língua na fenda, clítoris endurece. Ela molha, não é só água.

‘Verifica’, digo. Dedos dele exploram. Pubis suave. Fenda aberta. Clítoris inchado. Ela geme, ‘Oh mouiii…’, mas afasta. Beijo rápido nele, foge rebolando.

Sofá. Ela entre nós, mão nas nossas calças. Protuberâncias duras. Desabotoa. Duas vergas nas palmas dela. ‘Dois brinquedos!’ Branla lento, ritmado. Língua alterna. Posições mudam. Boca nele, cu para mim. Dedos na fenda dela, molhada. ‘Tira a nuisette, cagnolina.’ Nua, só meias. Nós atacamos. Beijos vorazes. Mãos em todo lado. Pele em fogo.

O Braseiro

Ela senta no meu colo, costas viradas. Pau na cona encharcada. Fácil, fundo. Valin entre os seios. Ele fode os mamilos. Eu bombo forte. Ela ri de prazer. Ele quase goza. ‘Levanta.’ Ela obedece a contragosto. ‘Agora, encula-te.’ Ela guia, lubrificada pela cona. Cu aperta, engole tudo. Pernas abertas. ‘Vem, Valin, fode-me!’ Ele mergulha na cona. Dupla penetração. Sinto-o através da parede fina. Bombeamos. Ele goza primeiro, rosnando. Eu explodo no cu dela. Ela grita, orgasmo rasgando.

Sperma escorre pelas coxas. Ela provoca, ‘Homens, tão rápidos.’ Dois dedos na cona, lambe. No cu, mistura sêmen. Eu mando: ‘Chupa-me limpa.’ Ajoelhada, suga o pau sujo. Valin encaixa no cu dela, todo de vez. Ela urra, ‘Salgado!’ Ele ramona bestial. Ela masturba-se, boca no meu pau. Golas profundas. Gozo na garganta dela. Ele inunda o cu. Ela explode, grito primal.

Ela suga ele pós-gozo. Conversamos. ‘A melhor chienne.’ Ele confessa fantasias realizadas. Ela alterna nos colos, peles coladas. Ele parte, olhos vidrados. ‘Próxima vez?’

Eu a abraço. ‘Jueves? Dia feriado.’ Beijo selado. Cinzas quentes, pele ainda a queimar. Único. Eterno.

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