Confissão Picante: A Noite Selvagem com Justine, a Deusa Proibida
O elevador subia devagar. Justine colada em mim. Seu perfume invadia tudo. Coração batendo como tambor. Pele dela quente contra a minha. Labios se chocam. Língua dela força entrada. Molhada, faminta. Mãos apertam minha nuca. Sinto pau pulsar no short. Duro como pedra. Ela ri baixo, mordendo meu lábio. Portas abrem. Ela puxa minha mão. Corredor escuro. Chave gira. Apartamento dela. Luz fraca da rua entra pela janela. Quarto ao fundo. Cama grande, lençóis brancos. Ela fecha a porta. Olhos de fogo. ‘Vem’, sussurra. Eu tremo. Pele arde. Respiração curta. Ela tira vestido devagar. Sutiã rendado. Seios fartos saltam. Mamilos duros. Eu engulo seco. Mãos suadas. Aproximo. Toquei sua cintura. Macia. Quente. Ela geme baixo. Desabotoa minha camisa. Unhas arranham peito. Coração explode. Pau lateja. Ela empurra. Caio na cama. Ela sobre mim. Coxas apertam minhas. Beijo voraz. Sucção. Saliva escorre. Mão dela desce. Aperta meu volume. ‘Tão duro’, murmura. Eu gemo. Mundo gira vermelho. Desejo consome. Perco controle.
Ela arranca meu short. Pau salta livre. Cabeça inchada, pré-gozo brilha. Ela lambe lábios. Ajoelha. Boca quente envolve glande. Chupa devagar. Língua gira. Eu agarro lençóis. Quadris sobem. Ela engole mais. Garganta aperta. Sucção forte. Gemidos dela vibram. Suor escorre costas. Mãos em seus cabelos loiros. Puxo. Ela acelera. Babando. Olhos nos meus. Fogo puro. Eu viro. Ela de quatro. Calcinha de lado. Buceta molhada reluz. Dedos abrem. Rosa, inchada. Enfio língua. Sabor salgado. Ela treme. ‘Fode-me’, implora. Pau na entrada. Empurro. Apertada. Quente. Envolve tudo. Ela grita. Unhas cravam minhas costas. Bombo. Ritmo selvagem. Pele bate pele. Suor voa. Coração martela. Ela contrai. Mil pulsos. Eu fundo fundo. Bolas batem. Gemidos ecoam. Ela goza primeiro. Corpo convulsa. Líquido escorre coxas. Eu acelero. Explosão. Jatos quentes dentro. Corpo colapsa. Respiração rasgada. Suor gruda peles.
A Febre
Telefone toca. Voz da Mélanie no correio. Justine se ergue. ‘Merda, ela vem.’ Levanta. Corpo ainda treme. Minha pele queima. Pau amolece devagar, coberto de nós. Olhos dela pedem desculpa. Mas sorriso safado. Eu deito. Coração desacelera. Lento. Calor persiste. Pernas fracas. Cheiro de sexo no ar. Ela veste robe. ‘Foi único, né?’ Sim. Perigoso. Devorador. Nunca esqueço. Pele ainda formiga. Desejo lateja fundo. Amanhã, escola. Mas isso… mudou tudo. Cinzas quentes. Pronto pro próximo fogo.



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