Confissão Picante: O Rabo Devorador da Minha Assistente Sophie
O quarto enche-se de sol de verão. Acordo lento. Olhos abrem devagar. Sophie ali, de costas. Prepara remédios na mesa. Blusa branca leve. Saia justa. O rabo dela desenha curvas perfeitas. Coração martela no peito. Bum-bum. Bum-bum. Mais rápido. Cheiro dela invade. Doce. Ácido. Frutado. Suor entre coxas? Urina fresca? Cyprine de noite solitária? Narinas ardem. Pau endurece como de miúdo. Duro. Pulsante. Ela inclina-se. Perto. Tão perto. Se cair, senta na minha cara. Mão move-se sozinha. Devagar. Treme. Toquei. Tecido fino. Carne firme por baixo. Massageio. Suave. Luxúria explode. Ela desliza. Vira-se. Olhos nos meus. Firmes. Doces. Não grita. Não foge. Voz calma. Quente. ‘Tenho hábito disto com homens como você. Não fico chocada.’ Pulsos aceleram. Mais. Ela sorri. Malicioso. ‘Pode olhar. Mas não tocar.’ Gola seca. Silêncio meu. ‘O que gosta mais em mim?’ Hesito. Ela sabe. ‘Quer ver?’ Aceno. Sim. Desejo cru. Infantil. ‘Agora?’ Brinca. Prolonga. ‘Sim, agora!’ ‘Grátis? Não. Um bilhete simbólico. Dez euros. E elogios. Preciso deles.’ Concordo. Rápido. Tiro nota da carteira. Posso na mesa. Sem toque. Ela sorri amplo. ‘Combinado. Sem mãos!’ Pivota. Inclina. Levanta blusa. Desliza saia. Coxas leitosas. Nuas. Verão quente. Culote branco. Transparente. Baixa. Até tornozelos. Rabo nu. Magnífico. Globo. Firme. Pele luminosa. Marca da cueca. Cheiro explode. Intenso. Muscado. Úmido. Coração galopa. Pau dói.
Ela espera. Olha por cima ombro. ‘Gosta?’ ‘Perfeito. O rabo mais lindo. Quero enfiar o nariz. Lamber o cu. Enterrar a língua.’ Palavras cruas. Saem soltas. Ela geme baixo. ‘Continua. Assim. São grandes demais?’ ‘Não. Ideais. Abre-os. Por favor.’ Aproximo rosto. Quase toco. Cheiro inebria. Quente. Salgado. Ela hesita. Globos se abrem um pouco. Roseta rosada. Pulsante. Lingua sai. Quase. Arrojo-me no vazio. Ela fecha. Rápida. ‘Amanhã mais. Paga e elogia.’ Remonta cueca. Saia. Cobre paraíso. Dia segue normal. Mas ar crepita. Olhares trocados. Fogo latente.
A Febre
Calma volta. Pele ainda queima. Toque fantasma na mão. Cheiro gruda na memória. Narinas cheias dela. Coração desacelera. Lento. Bum. Bum. Sophie sai. ‘Até amanhã.’ Olhar cúmplice. Novo laço. Dependência. Dela. Minha. Revivo. Aos oitenta. Vigor intacto. Ela desperta feras. Rabo dela. Meu vício. Pagarei. Elogiarei. Mais. Ver mais. Lamber um dia? Cinzas quentes. Espera o fogo novo. Amanhã.



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