A Plenitude do Andrógyne: Confissão de um Desejo Devorador
O quarto cheirava a sexo acumulado. Oitavo dia. Luz fraca do abajur. Cama desfeita, lençóis encharcados de noites passadas. Ela me olha, olhos de tigresa. ‘Carne, só carne’, sussurra. Coração acelera. Pele queima. Dias de loucura platônica. Andróginos antigos. Eu dentro dela, imóvel. Crampe nas pernas. Lucile com seus olisbos. Éric, o atleta, assistindo futebol. Agora, todos aqui. Urgência sobe. Respiração ofegante. Mãos tremem. Ela de joelhos, nua. Peitos pesados, suor na curva do ventre. Eu sinto o pau pulsar. Éric já duro, veias saltadas. Lucile sorri, lábios úmidos. ‘Vamos fundir-nos’, diz ela. Coração martela peito. Calor sobe nuca. Desejo vermelho engole razão. Toquei-a primeiro. Dedos escorregam na umidade. Ela geme baixo. Éric se aproxima. Corpo musculado brilha suor. Lucile ajoelha, língua pronta. Febre consome. Tudo gira. Só carne importa.
Éric entra nela. Brutal. Ela arqueia costas. Gemido rasga ar. Pau dele some na boceta gulosa. Ritmo selvagem. Colisão de peles. Clap-clap molhado. Eu assisto, pau latejante. Coração explode. Lucile me pega. Boca quente engole. Língua gira glande. Chupa fundo. Vácuo delicioso. Testículos apertados. Ela lambe ânus. Dedo entra. Prostro. Éric fode forte. Ela grita. ‘Mais fundo!’ Suor pinga. Pele colide. Eu endureço máximo. Lucile lubrifica meu pau. Vaselina fria. Ela guia. Éric sai devagar. Vazio breve. Eu entro no cu dela. Apertado. Quente. Anel muscular suga. Ela urra prazer. Plenitude. Dois paus enchem. Carne une. Andrógyne vivo. Movimentos sincronizados. Eu empurro. Ele volta boceta. Nunca vazio. Ela treme. Orgasmos múltiplos. Corpo convulsiona. Unhas cravam costas. Suor mistura. Ritmo cardíaco insano. Perco controlo. Gozo fundo. Jatos quentes. Ela contrai. Milka. Éric explode. Cheio dela. Nós três um só. Selvageria pura. Sem filtros. Só instinto.
A Febre
Corpos colapsam. Pele ainda arde. Suor seca lento. Coração desacelera. Respiração ofegante vira suspiros. Ela sorri, olhos vidrados. ‘Finalmente plenos.’ Toque suave agora. Dedos traçam curvas. Lucile ri baixo, beija meu ombro. Éric ressona ao lado. Quarto cheira sêmen e vitória. Pernas moles. Cu dela pisca, vazando. Boceta inchada. Sensação única. Perdemos controlo, ganhamos deus antigo. Amanhã? Não importa. Vivemos o devorador. Impulsos saciados. Por ora. Calma que queima devagar.



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