Confissão Picante: Reencontro Devorador no Clube de Pigalle Após 20 Anos
Entro no clube privado de Pigalle. Luzes baixas. Ar pesado de excitação. Marc ao meu lado, nu, pau duro como pedra. Ousmane, o senegalês jovem, segue, sua verga preta erguida. Eu, de vestido diáfano, string fio dental enfiado na cona molhada. Coração martela no peito. Pele arde. Olhares devoram-nos. Sento na primeira fila. ‘Despiam-se, amores!’, grito. Marc obedece rápido. Ousmane hesita, mas sua pica pulsa. Desço o corredor, mão nas bundas deles. Mãos anônimas roçam minhas coxas. Calor sobe. Subo ao palco. Roland sorri. ‘Nu, vocês dois!’, exijo. Strip-tease deles. Pica de Roland, grossa como braço. Eu massageio Marc com óleo. Ombros. Peito. Coxas. Dedo na próstata. Ele geme. Ousmane assiste, louco de tesão. Desço à plateia. ‘Toquem-nos. Eu toco quem se despier!’. Homens nuos. Mãos em mim. Pele em fogo. Coração explode. Urgência de foder. Mas aguento. Beijo um casal. Mulher tira meu string. Dedos na cona. Gemidos ecoam. Roubo esperma de um gordo. Unjo a pele. Encontro o ruivo gigante. Pernas tremem. Quero-o. Agora.
Sanduíche no corredor. Marc atrás. Ousmane na frente. Ruivo me lambe. Língua na bunda. Dedos na cona. Gozo forte. Grito. Volto ao casal. Mulher nua, só meias. Ousmane na boca dela. Eu monto dedos do marido. Gozo de novo. Chego ao palco. Matelas redondo gira. Marc debaixo. Lambe meu cu. Ousmane espera. Roland fode Ginette. Eu sento no pau de Marc. Pelo cu. Queima. Delícia. Ousmane entra na cona. Dupla penetração. Paus se roçam. Gozo selvagem. Grito. Rio. Paro. Não ainda. Roland me estica. Pica de monstro. Marc entra junto. Duplo na cona. Ousmane no cu de Marc. Explosão. Porra jorra. Corpos colados. Suor pinga. Ritmo furioso. Pele contra pele. Coração em pânico. Gozo final. O mundo some.
A Febre
Corpos exaustos. Matelas para. Plateia aplaude. Pele ainda queima. Suor esfria. Olho Marc. Amor eterno. Ousmane sorri, pica mole. Roland ri. Ginette ofega. Levanto devagar. Pernas fraquejam. Beijo todos. Desço do palco. Vestes espalhadas. Visto o vestido rasgado. Saímos. Noite fria. Mas dentro, brasas. Doze dias trancados em casa. Fodemos como amantes. Sem público. Só nós. Coração acalma. Mas marca fica. Pele sensível. Memórias frescas. Dois dias sobram. Depois, África chama. Ele fica. Escrevemos isso. Pra reviver. Pra queimar de novo.



Post Comment