Confissão Picante: A Tempestade que Devorou Minha Alma com Kristia
A chuva fustigava a fazenda. Trovões rasgavam o céu negro sobre o Cantal. Eu corri até a tenda de Kristia, coração martelando no peito. Caleçon colado à pele, frio da noite contra o fogo que já queimava em mim. Ela saiu, t-shirt transparente, seios fartos saltando livres, mamilos duros como pedras. Pubis loiro marcado no tecido molhado. Olhos nos olhos. Corríamos rindo, corpos nus sob a água. Na minha cama, servietes quentes. Ela vira as costas. Tira a roupa. Costas perfeitas, bunda firme. Meu pau endurece. Eu a seco. Ela me seca. Olhares devoram. Boca na boca. Línguas famintas. Corações disparados. Pele em brasa. Mãos nos seios pesados, aréolas largas. Ela sente meu pau pulsar no ventre. Salta. Pernas ao redor da minha cintura. Pubis molhado roçando. No colo, a levo à cama. Ela guia meu pau grosso para dentro. Entra fácil, encharcado de tesão. Gemidos em alemão. Eu lambo tetas, orelhas. Ritmo lento vira selvagem. Olhos fixos. Ela goza primeiro. Eu explodo jatos quentes no fundo dela. Permaneço dentro, abraçados. Coração ainda galopando.
Agora o braseiro explode. Chuveiro juntos. Sabão na pele. Dedos no clitóris inchado. Ela treme. Na mesa de madeira, de quatro. Bunda alta. Eu abaixo o rosto. Lambo da buceta aos cu. Língua no sulco. Ela geme. Pés na borda, pernas escancaradas. Eu de joelhos. Chupo lábios grossos, rosados. Clitóris latejante na boca. Dedos no cu apertado. Entra fácil. Ela goza violento, corpo convulsionando. Eu entro na buceta ensopada. Levo ao leito sem sair. Braços fortes ao redor. Golpes fundos batendo no colo do útero. Ela urra. Pernas nos meus ombros. Gozo como animal, enchendo-a. Dormimos colados. Acordo com ela montada. Cavalgada lenta. Seios balançando. Ela usa meu pau como dela. Goza apertando. Eu não. Ela mama. Língua na fenda. Boca quente engole. Engole porra quente. Na tenda, 69 feroz. Mão inteira na buceta. Ela grita, distendida. Chega ao limite. No cu agora. Lambidas longas. Dedos dilatam. Pau entra. Ela implora: ‘Fode meu cu!’. Ritmo insano. Cu aperta como punho. Eu gozo no fundo das entranhas. Unidos, suados, exaustos.
A Febre
Cinzas quentes sob a pele. Amanhece. Ela acorda nua, perfeita. Eu a adoro. Pequeno-almoço tardio. Mãe sorri cúmplice. Ela parte de bike, mas volta à noite. Na tenda, nua. Fodo-a até o amanhecer. Dias viram semanas de fogo. Ela vai. Mãe morre na Alemanha. Eu mudo vida. Vendo tudo em Paris. Reconstruo a fazenda. Liga no verão: ‘Quero ser tua. Filha nossa espera’. Na gare, Emma nos braços. Beijo molhado. Pele ainda queima. Coração acelerado para sempre. Aquela febre nos uniu no inferno do prazer. Único. Eterno.



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