Confissão Proibida: Meu Beau-Père me Possuiu no Escritório do Meu Marido
Adormeci no escritório de Sébastien. Cansaço. Papéis espalhados. Senti uma mão no ombro. Não era dele. Mais larga. Rugosa. Rides nos dedos. Coração disparou. Olhos fechados. Voz grave. ‘Não abras os olhos. Sou Hubert. Nada temas.’ Obedeci. Corpo mole. Abandonado. Sua mão desliza. Ombro. Pescoço. Frêmito. Pele arde. Ele atrás de mim. Dedos tocam decote. Seios firmes. Respiração quente no ouvido. Beijo sutil. Língua úmida no pescoço. Mãos sobre tecido. Galbe dos peitos. Endureço. Cabeça para trás. Boca na minha. Língua invade. Chupa lábios. Mão esquerda dentro do corsage. Palpa seio. Raspagem áspera. Mamilo rola entre dedos. ‘Gostas?’ ‘Sim. Continua. Pince-me!’ Ele obedece. Dor prazerosa. Dedo no umbigo. Umidade entre pernas. Coração galopa. Desejo urra.
Girou a cadeira. Bassin contra minhas costas. Abre braguette. Pega minha mão. Seu pau. Grosso. Longo. Mais que o de Sébastien. Pele enrugada. Veias pulsantes. Frota na nuque. Cheiro forte. Urina. Suor. Porra velha. Viro cabeça. Olho. Tresto. Boca aberta. Engulo. Língua lambe. Cabeça. Tronco. Bochechas cheias. Ele geme. Mãos no meu cu. Firma. Massageia. Bolas fripadas. Aperto. Ele suspira. Levanta-me. Beijo voraz. Tira calcinha. Levanta saia. Enlaça cintura. Levanta. Fico no bureau. Frio no cu nu. Pernas abertas. Chatte raspada. Molhada. Glande frota clitóris. Olhar penetra. Penetra-me. Brusco. Grito sufocado. Carne de galinha.
A Febre
Virou-me. Levrette. Como jumenta no haras. Bassin bate coxas. Pau enche buceta. Retira. Aponta ânus. ‘Não!’ Tento desviar. ‘Oferece-me tua virgindade anal. És minha conquista suprema.’ Rendo-me. Pego pau. Empurro contra rosado. Empalo-me. Dor rasga. Cheia. Perco controle. Cavalguei. Selvagem. Suor pinga. Corações batem. Pele colada. Ele grunhe. Eu urro. Gozo explode. Escuridão.
Acordo nua. Afundada no couro. Ele vestido. ‘Aprende a disfarçar. Continua a vossê.’ Sorriso. Beijo leve. Saí. Uma hora depois, Sébastien beija-me. Sem culpa. Dois homens. Pai e filho. Preencho desejos. Mas Hubert distancia-se. Desespero. Procuro no caderno. Nada recente. Folha final: ‘Sexta, 2 novembro: Na minha ausência, possuiu Océane no meu bureau. Ela gozou muito, sobretudo no cu!’ Coração para. Ele sabe. Registrou. Calor volta. Cinzas quentes. Pele ainda queima. Algo único. Proibido. Meu.



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