Confissão: Rasada pelo Velho e Fodida até o Delírio
No meu apartamento, quinta-feira, 12h. Coração acelerado. Michel chega com flores. 65 anos, elegante, sorriso safado. Conversamos. Vinho branco desce gostoso. Risos. Corpo esquenta. Ele me beija. Língua invade. Mãos em mim. Pele arde. Seios endurecem. Ventre pulsa. Ele baixa o zíper da robe. Mamas nuas. Sucção nos bicos. Dorzinha boa. Bacia rebola. String roça o clitóris. Calor sobe. Ele me despe. Olha minha buceta peluda. ‘Abra as pernas.’ Obedeço. Língua nos joelhos. Sobe devagar. Chega no clitó. Lambe. Dedos entram. Gozo forte. Grito. Corpo treme. Quero retribuir. Ajoelho. Puxo o pau dele. Enorme. Duro. Bolas pesadas. Chupo. Saliva escorre. Ele fode minha boca. Imagino: eu, 29, de joelhos pro velho. Excitação explode.
No sofá. Pernas abertas. Ele entra. Preenche tudo. Alívio total. Bombeia. Lento. Rápido. Mãos nos seios. Clitó roçado. Gozo de novo. Ele segura. Eu malaxio as bolas. Ele goza fundo. Porra quente inunda. Ondas de prazer. Corpo mole. Ele sorri. ‘Quero te rasar.’ Aceito. Banheiro. Tesoura. Mousse. Lâmina fresca. Ele faz devagar. Vulva nua. Lábios expostos. Ânus limpo. Olho no espelho. Me toco. Ele se masturba. ‘Me fode.’ Entra de novo. Sensação nova. Nua. Mais intensa. Ritmo calculado. Loucura. Levrette. Bombeia forte. ‘Gosta da pica do velho?’ ‘Sim! Mais!’ Palavras cruas. Gozos múltiplos. Porra escorre.
A Febre
19h30. Ele quer mais. Boca no pescoço. Chupa bicos. Lambe buceta limpa. 69. Eu lambo cu dele. Fedido. Excitante. Ele me fode. Dedos no cu. Depois pau. Resisto. Ele força. Desliza. Sem dor. Preenche o rabo. Bombeia. Dor e prazer. ‘Gosta de sodo?’ ‘Sim! Forte!’ Ele goza no cu. Grito. Orgasmo rasga. Caímos. Porra vaza. Ele vai. Eu limpo. Marido chega. Pizza. Beijo. Ele me toca. Descobre buceta lisa. ‘Pra você.’ Ele fode. Dor. Irritada. Simulo gozo. Ele esguicha. Mistura de porras. Chuveiro. Cama nua. Corpo doído. Culpa queima. Mas prazer devorou tudo.



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