Confissão Picante: A Estrada Quente que Acendeu Meu Primeiro Fogo Selvagem

Saída de Madrid. Fim de verão. Sol esmaga como tijolos quentes. Estrada poeirenta. Polegar no ar. Camisetas grudam na pele suada. Caminhões passam. Carros ignoram. Eu, jovem francês, inexperiente. Ida a Toledo. Fome de arte, de liberdade. Suor escorre pelo peito. Coração bate devagar ainda. Então, uma carro inglês. Placa de Madrid. Mulher ao volante. Morena. Alta. Olhos afiados. Freia. Feixes vermelhos piscam. Corro. Sacola no banco de trás. ‘Voy a Toledo.’ ‘Entra!’ Voz francesa perfeita. Ela, trinta e poucos. Família na França. Conversa flui. Prado. Gaudí. Corrida em Barcelona – calo a boca. Estrada devora quilômetros. Calor dentro do carro. Pernas dela cruzadas. Saia justa. Cheiro de perfume misturado suor. ‘Quase lá. Fome? Vem comer em casa. Te levo depois.’ Aceito. Sem pensar. Caminho de terra. Casa isolada. Grille aberta. Luxo simples. ‘Deixa a sacola.’ Cerveja gelada. Charcutaria. Tomates. Mesa. Silêncio pesado. Olhares. Café. Fauteuils. Rádio dança. ‘Danças?’ Levanto. Mãos trêmulas. Músicas lentas. Corpos colam. Peito dela no meu. Coração galopa. Ereção cresce. Vergonha. Ela sente. Puxa mais perto. Lábios roçam. ‘Nunca com mulher?’ Beijo. Língua dela invade. Tremor total. Mão dela na minha nuca. ‘Deixa eu guiar.’ Quarto fresco. Queda no colchão. Ela por cima. Língua profunda. Mãos minhas sob blusa. Pele quente. Calor sobe. Sexo pulsa. Cinto abre. Calça baixa. Boca dela desce. Peito. Ventre. Pano fino. Libera pau. Duro. Latejante. Entra na boca. Chupo. Sucção. Gemido escapa. Gozo explode. Jatos quentes. Ela engole tudo. Continua. Insano. Corpo arqueia. Cérebro frita. Depois, repouso. Ela vestida. Eu semi-nu. Mão dela no meu pau mole. Cabeça no peito dela. Dedos abrem blusa. Saia cai. Culote úmido. Dedos tocam. Molhado. Penetram. Ela explode. Coxas apertam mão. Grito rouco. Corpo treme.

Nua agora. Seios fartos. Mamilos duros. Chupo. Mordisco. Língua na pele salgada. Boca desce. Toison úmida. Cheiro forte. Língua lambe. Clitóris suga. Ela grita. Coxas esmagam cabeça. Néctar escorre. Beijo troca sabores. Ela por cima. Pubis roça pau. Endurece. Entra devagar. Quente. Apertado. Olhos nos olhos. Bassin rola. Coração martela. Urgência. ‘Espera. Vou gozar.’ Ela vem. Contrações. Grito. Eu seguro. Depois, eu por cima. Pernas enroscam. Empurro fundo. Brutal. Gozo. Esperma jorra. Corpos colidem. Transpiração gruda peles. Silêncio. Olhares. ‘Primeiro assim.’ Dorme em braços. Noite quente. Despertar. Pau duro. Dedos nela. Penetra. Ela acorda gemendo. ‘Toma tudo.’ Anal. Resistência. Empurro. Grita. ‘Mais forte!’ Entra. Aperto insano. Movimentos feroz. Gozo no cu. ‘Amo te foder assim.’ Ela: ‘Primeiro. Sou tua.’

A Febre

Dia inteiro. Animais. Sexo no ar. Cheiro de porra, suor. Noite no parque. Grama fria. Ela de quatro. Cuzão oferecido. Fodo selvagem. Dor e prazer. Gritos. Última gozada seca. Manhã. Distância. ‘Guarda o segredo. Nunca mais.’ Beijo final. Toledo. Carro some. Lágrimas. Voz ecoa: ‘Adeus, mas não esquece.’ Pele ainda queima. Coração lento agora. Cinzas quentes. Único.

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