Confissão Picante no Sauna dos Thermes Alemães: Prazer Devorador

Cruzo a fronteira para os thermes alemães perto de Estrasburgo. Tarde calma. Pouca gente. Desço na entrada, vestiários vazios. Despimo-me devagar. Corpo nu. Chuveiro rápido, água fria a picar a pele. Jacuzzi primeiro. Bolhas quentes envolvem-me. Olho à volta. Corpos nus passeiam. Mulheres, homens, casais. Olhares disfarçados. Ar voyeur no ar. Coração já pulsa mais forte.

Sauna a 85 graus. Entro sozinho. Ar denso, luz baixa, música zen. Serviette no banco. Sento-me, costas no muro quente. Fecho os olhos. Calor invade poros. Suor brota. Esqueço tudo. Porta range. Abro os olhos. Ela entra. Trinta e cinco anos. Bonita. Alemã. ‘Guten Tag’, sorri. Eu respondo. Instala-se frente a mim. Mesmo banco. Espaço sobra, mas escolhe ali. Corpo no meu eixo. Pernas cruzadas. Pele bronzeada. Seios firmes. Pubis curto, adivinho.

A Febre

Olho de cima a baixo. Coxas grossas. Panturrilhas definidas. Pés delicados. Um minuto inteiro. Hipnotizado. Levanto o olhar. Olhos dela abertos. Sorri largo. Coro. Trouxe. Excitação sobe. Coração martela. E se ela gostou? Dedos na pele. Limpo suor das virilhas. Olha para baixo. Fixa na mão. Não mexo. Ela devora com os olhos. Respiração acelera. Ar quente sufoca. Só nós dois. Nua. Eu nu. Ambíguo. Perigoso.

Ela pisca. Descruz pernas. Esquerda cai para o lado. Direita esticada. Pubis exposto. Lábios rosados. Convite claro. Mão no pénis. Cresce. Duro. Ela sorri tensa. Excitação no rosto. Olha janela. Ninguém. Mão na coxa. Sobe. Seios. Caricia mamilos. Olha-me fixo. Magia. Coração explode.

Ela aproxima serviette. Um metro e meio. Deita-se. Pé direito toca o meu. Contacto elétrico. Pele contra pele. Ereção total. Excitação devora. Dedos dela no clitóris. Lábios inchados. Rosados. Gonza. Eu acelero punheta. Olhos no corpo dela. Arqueia-se. Geme baixo.

O Braseiro

Pés roçam. Pressionam. Ritmo louco. Ela grita. Dois dedos dentro. Vagín. Eu gozo. Jatos quentes no ventre. Peito. Ela treme. Olhos nos meus. Sorriso exausto.

Silêncio pesado. Respiramos fundo. Sorrisos cúmplices. Não falamos. Línguas diferentes. ‘Danke’, digo. Ela ri. Algo igual. Levanta-se. Serviette na mão. Aproxima. Beijo leve nos lábios. Sai. Fico ali. Choque doce. Pele ainda arde. Contacto dos pés marca-me.

Douche gelada. Ninguém entrou. Sorte. Procuro-a. Sumiu. Agradeço em silêncio. Momento único. Selvagem. Meu para sempre.

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